7 de Setembro

A etapa de chamamento e sensibilização, neste planeta, terminou a rapidamente as regiões intermédias da consciência e do comportamento estão a ter os seus campos de sustentação energética desactivados. As zonas de vacilação ou as regiões do comportamento humano que não são nem luz nem sombra estão tendo os seus sustentáculos electromagnéticos rapidamente desligados pelo comando central que rege o resgate do planeta.
O comportamento híbrido  gerado tendo como base a inércia, os automatismos, o sono, a indolência, a preguiça espiritual (comportamentos intermédios) estão a deixar rapidamente de ter sustentador, Não existe mais energia para comportamentos indefinidos, a energia que está no ar favorece adesão directa à luz ou a identificação com as forças involutivas.
Grande parte do desencanto, do desalento, da desinergização que a nossa personalidade sente tem a ver com o facto de os modelos de indefinição terem sido desactivados. O desalente resulta de o núcleo egóico do homem estar a ter claro à sua frente qual é o próximo passo. Este núcleo egóico não pretende identificar-se com as forças involutivas mas tem por natureza um império mais ou menos indefinido sobre a nossa existência e ele mantém-se,  porque eram possíveis, até agora, longos períodos de indefinição.
À medida que as hierarquias orbitais começam a desligar as camadas intermédias da frequência terrestre, a decisão aproxima-se cada vez mais da consciência da humanidade como um todo. É um tempo de decisão para o conjunto dos vacilantes (seres que não apresentam uma opção clara pela luz interior) que entraram agora em crise. A crise planetária é uma crise no plano dos vacilantes porque os assumidos, os seres que não contêm o mecanismo da dúvida, estão a ser preparados para se transformarem em portas vivas, em umbrais que permitirão aos seus irmãos acessar  a luz e a aura do resgate.
Os servidores assumidos estão entrando numa etapa de intensa purificação e os vacilantes estão entrando em crise. Existem vários milhares de vacilantes por cada dezena de servidores, o que significa que os vossos próximos anos vão ser extremamente ocupados, e todos nós estaremos ocupando postos de acolhimento dos vacilantes que começam a sair do processo de crise. Crises essas profundamente benignas porque correspondem ao processo de desencrustrar a pedra preciosa da pedra bruta.
A hierarquia planetária está traccionando a média vibratória do servidor, do nível alto do plexo solar, onde uma parte da radiação do amor profundo já pode ser recebida (o homem de boa vontade), para o nível do coração e nos planos internos, a tua alma já fez o seu equivalente desta transição. A alma não mais está regendo o processo de personalidade, ela está  ocupando o 5º plano (espiritual).
Nesse nível ela está-se preparando para funcionar como feixe tractor de todo o nosso ser para dentro da aura de resgate que é um campo vibratório extremamente poderoso que se encontra instalado na Terra e tem como função o alinhamento total dos três veículos.
No momento em que a Terra entrar em nulo magnético e tiver que atravessar o espaço entre a dimensão 3 e a 4ª dimensão, os veículos devem-se ter tornado computadores biológicos de entidades cósmicas. Não é suposto que os três veículos oscilem o mínimo durante o processo de transferência, para isso a alma foi à tua frente. O nosso núcleo causal que sempre nos segredou o que era o caminho, o que era o melhor, deslocou-se para o plano do fogo e em sincronia com a mónada, está a preparar a magnetização total da personalidade para dentro e para cima, donde que, a crise que as almas viveram durante o séc. XX (as 2 guerras mundiais foram laboratórios estudados para produzir uma crise de alma global) a crise que muitos biliões de almas que vivem neste planeta sofreu e transcendeu, está cumprida e as nossas almas foram transladadas do nível intuitivo para o nível do fogo puro, significa que o próximo a ocupar o nível intuitivo em caracter permanente és tu, porque o lugar ficou vago. Então, nós estamos tendo uma transferência de todos os níveis do nosso ser, ao longo de uma oitava. Nesta fase a alma procura fazer …….. a sua luz directamente ao corpo físico etérico, ao centro das emoções e à região sagrada, o centro do ciclone do pensamento.
Esta ave ascendente, tendo assumido o seu posto nos planos internos do teu ser, está a receber, desde meados dos anos 90 um fogo de 1º Raio extremamente forte e o chamado para o servidor é a assunção de uma subtilização gradual de todo o ser.
Nós estamos dentro de um pilar de luz e a acumulação de magnetismo superior, nas religiões acima da consciência, atingiu o ponto máximo. Podemos assim começar, sem a mínima ansiedade, metodicamente, lucidamente, o processo de purificação.
Purificação significa que existem elementos em nós que são profundamente estranhos, que ferem e destabilizam a aura de resgate e não confirmam o acesso a essa energia poderosa que está sendo implantada em todo o planeta.
Então, os Irmãos estão-nos chamando para que possamos começar um processo gradual de purificação.
Existe uma disciplina interna oculta, específica para cada um de nós, que irá pedir para nos transformar-mos e eu preciso ter absolutamente vincado, assumido, consolidado, na nossa consciência, a adesão à luz, sem isto eu vou entrar em fricção com energias extremamente potentes que a alma está tentando fazer descer.
Este servidor precisa de desenraizar definitivamente, o mecanismo da insegurança, da dúvida que esconde o mecanismo do valor próprio, se eu tenho ou não valor suficiente para me integrar neste processo e este mecanismo esconde o ego.
Se nesta altura dos acontecimentos ainda me pergunto se tenho valor próprio ou não para assumir o meu ponto, então, isto significa uma crise de orgulho subtilíssimo. O planeta em estado de emergência e eu ainda me pergunto se estou à altura do resgate e qual a minha tarefa, isto é orgulho subtil porque o ser que, desde que nasceu, é tocado, por energias superiores, tem um programa transcendente a viver, a amar, a cumprir. Nós precisamos começar a desenraizar o mecanismo da dúvida, que esconde o mecanismo do valor próprio, que esconde o mecanismo do orgulho subtil. Com a actividade deste mecanismo, a luz que está descendo das plataformas de resgate e das naves laboratório escoa-se através do plexo solar. O ser que é chamado é--o em função de espelhos cósmicos que têm acesso a informação sobre ti qu tu nem sonhas. Informação sobre a individuação do teu ser da fase em que tu passaste do reino animal para o reino humano, Qual é a carta astrológica que contém esta informação? Informação sobre os protocolos secretos  da química do teu sangue (não do grupo sanguíneo), sobre o teu carma cósmico (não o carma planetário), sobre a tua filiação, as estações de luz intermédias entre a Terra e o Pai, Então, o ser que é chamado não sabe o porquê de o ser nem tem a mínima hipótese de o saber. Não há conhecimento terrestre de nível nenhum que defina porque é que tu és chamado. Tu és chamado porque chegou o momento, porque nos espelhos siderais o teu signo superior começou a brilhar aos olhos do Pai.
A aura de resgate está uma oitava acima da aura humana comum. Isto significa que se tivéssemos que usar o sistema antigo de chacras, o chacra base da aura de resgate é o 2º não o 1º. As energias deslocam-se todas uma oitava.
Ex.: Dentro da aura de resgate tu tratas uma pedra como se fosse uma planta, tratas uma planta como se fosse um animal, tratas um animal como se fosse um ser humano e tratas um ser humano como uma alma encarnada e tratas uma alma como o próprio rei, como a mónada.
Portanto, dentro da aura de resgate eu preciso de deslocar a relação entre os reinos uma oitava.
Estes campos de activação da nossa realidade profunda pedem uma ternura extremamente lúcida na relação com os reinos. Eu preciso de ir transmitindo uma energia mais alta, mais interna ao núcleo essencial dos reinos porque a função humana é “dar nome às coisas do jardim” que consistem em constantemente vibrar nos planos ocultos o mantra secreto que faz a ascensão dos reinos. Dar nome às coisas do jardim implica que o meu veículo causal está tão alinhado com os espelhos do cosmos que o Pai fala e aquilo desce pelas centrais de reflexividade até chegar ao meu núcleo causal e impacta o centro, a essência dum reino.
O homem tem como função suprema na Terra dar nome às coisas do jardim, isto é, vibrar, ocultamente, a energia que inicia os reinos saturando-os de uma inteligência e de um amor que compete ao homem poder veicular.
Nas auras de resgate começa-se a operar dentro das leis dum planeta de 4ª dimensão. Vão ser inauguradas as leis da 4ª dimensão  descontinuamente em relação às leis da 3ª dimensão. São centrais de descontinuidade.
Os que têm que entrar na aura de resgate, na fase 1 são aqueles que se elevam com ou sem aura de resgate, com ou sem ajuda (claro que a ajuda é omnipresente). Estes têm capacidade e energia para serem deslocados para as auras de resgate, significa que ao entrarem confirmam-na, ajudam-na, tecem-na, fortalecem-na e não a desvitalizam. Uma aura de resgate introduz a nova Terra no velho tempo.
Não se começa por fazer cidades de luz, começa-se por fazer cadeiras de luz. Começa-se por fazer a cidade com aquele cantinho de 2m2 lá em casa, é ali que tudo se joga porque depois da força descendente se ter fixado naqueles 2m2 ela vai tentar assimilar a sala e o quarto e o marido e tudo o mais vai ser integrado no campo que tu fizeste nascer naquele pequeno canto. Como as auras de resgate são portões dimensionais através dos quais a voz da nova Terra soa, quando tu te aproximas duma aura de resgate, os reinos, os pássaros, as plantas, os elementos, os seres humanos que foram atraídos para aquela região seja geográfica ou não (não significa que seja geograficamente, pode ser tudo interno), começam a irradiar esta deslocação de uma oitava.
Se isto se trata de uma deslocação de uma oitava, como é que eu trato as crianças numa aura de resgate? Eu tenho que as tratar como adultos responsáveis. Os índigos (as crianças da nota Terra, têm nesta altura 7, 8 9 anos de idade) começam a ter problemas connosco quando os tratamos como crianças porque o servidor lúcido trata o índigo como adulto responsável, sabendo que por motivos genéticos existem ainda factores que implicam a consciencialização que há ali também uma psique em amadurecimento. Este ser que pode lidar com os índigos tem que ser extremamente afinado capaz de perceber quando é que um índigo está a pedir amor ou quando ele já está a pedir responsabilidade. Numa aura de resgate vocês tratam os adultos como mónadas manifestadas.
O que é necessário fazer para que eu me comece a integrar a este laboratório da consciência que são os campos de resgate? Nós estaremos sempre lidando com um triângulo que necessita de estar profundamente equilibrado e que contém o processo de cura ou purificação (equivalentes) o processo de instrução que consiste através do teu trabalho consciente trazeres ao nível consciente dos teus irmãos aquilo que eles sabem perfeitamente.
Nos planos internos já todos nós temos há muito a informação da existência de um centro intraterreno no centro de Portugal do qual a Fátima católica é só uma das possíveis manifestações. Nos níveis profundos já todos foram levados a esse reino intraterreno, já trabalharam com o conselho de Lis, já receberam instrução de Maria, de Santa Teresa d’Ávila, de Santa Isabel. Estes seres fazem parte do conselho de sacerdotisas que está iniciando a matéria humana e é preciso que fique claro quem é este conselho, quantas vezes ele nos bateu à porta… já está tudo montado e o trabalho de instrução é um trabalho de tornar consciente aquilo que vocês SÃO e acompanhar o fortalecimento das hastes da jovem árvore.
O terceiro polo do triângulo: cura; instrução; contacto. Contacto é quando vocês bebem directamente da fonte através dos núcleos superiores do vosso ser directamente para o coração, para a mente, para as mãos, quando vocês são visitados pela vossa hierarquia que vos conhece melhor que vós conheceis a palma das vossas mãos.
Purificação significa eu começar a repelir tudo o que não tem alma. Começar a acordar regiões adormecidas da vontade, do sim, da memória cósmica. Eu necessito de viver o que tem alma e se eu devo começar a tratar os animais como seres humanos, eu não sei se vou começar a pôr os bocados deles no meu prato! Eu preciso de tirar cadáveres em putrefacção de dentro do meu estômago. Tu não vais deixar de comer animais por motivos de saúde nem por ficares purinho, bonzinho, tu está a fazer isto porque não podes deixar de o fazer, tu estás, nos planos profundos, programado para isto. Se isto fosse ambição de ficar espiritualizado dos pés à cabeça tu ias ter conflitos sim e ias acordar a meio da noite a comer um frango porque estás ambicionando tornares-te vegetariano. Mas isto não é uma questão de ambição, isto está instalado nos núcleos profundos do teu ser. Porque o trabalho vai entrar numa fase de purificação vamos começar a comer algo que seja compatível com a aura de resgate porque se eu continuo a ler  sobre o comando Ashtar, sobre as naves laboratório, etc., enquanto o “coitado” está todo decepado, frito, no meu prato, não funciona! Faz curto circuito!. Não é por motivos morais nem porque o guru quer, é porque lá no fundo, na disciplina cósmica espontânea, tu sabes que este tipo de nutrição desacelera a vibração do teu ser, é uma ofensa aos teus irmãos, afasta os reinos do nosso reino. Porque é que os animais fogem de nós? Porque não somos de confiança, porque se descer Samana ou Morya os pássaros, os roedores da floresta conhecem aquilo. O adepto  é conhecido por acalmar os tigres na tradição hindu porque ele acalmou o seu próprio tigre.
Neste processo de purificação eu preciso de acordar. Existe uma matriz estudada para aprisionar o homem nos três chacras inferiores. Existem magos que trabalham por de trás das grandes centrais de publicidade, que discutem entre si que tipo de dona de casa é que vamos ter nos próximos dez anos produzem-na, fabricam-na e as senhoras ficam todas iguais. Existe um campo colectivo de controle psicotrónico. Tem a ver com o facto de haver bombeadores de energia concretante, energia psicológica densa que estão constantemente a irradiar para a atmosfera da Terra os grandes medos.
O nosso comportamento em 70%, 80% é automático, ele acontece dentro duma programação inter urbana perfeitamente estudada por indivíduos que sabem o que estão a fazer. O processo de purificação consiste em eu me começar a afastar desta egrégora de uma forma lúcida, elegante, não ansiosa, não paranóica. Eu não tenho que perder a minha elegância, eu vou-me deslocar para fora do matrix como um bailarino doce, suave, leve. Existe um método de controle perfeitamente estudado e de uma maneira geral as pessoas respondem a isso como autónomos. Eu preciso de me libertar deste miasma planetário através de um processo de subtilização, ou seja, eu tenho que encontrar o que é que em mim alimenta a ligação a esse miasma, o que é que em mim se entrelaçou como um parasita e suga a energia disponível para a ascensão.
Subtilização é ampliar o grau luz dos nossos corpos. A partir de um certo grau luz tu desfasas do campo de controle, do matrix, não é preciso nada de especial, é só preciso lucidez aguda minuto a minuto.
Os próximos 6 meses são destinados a encontrar a dignidade solar perdida e a assumir processos de purificação. Subtiliza-te, desmaterializa-te. Os veículos precisam perder densidade. Eu tenho que começar a rir do meu egoísmo, a sorrir dos  meus ciúmes, tenho que começar a mudar tudo e não comer cadáveres é o primeiro ponto. Paz ao reino animal e isto não é necessariamente um esforço porque no nível da disciplina cósmica já está implantado em ti. O segundo aspecto é que eu preciso de respirar melhor. O pranayama deverá estar presente, ao mesmo tempo que eu eliminou alimentação densa, preciso de introduzir uma respiração consciente.
Não se trata de ficar inflexível, vidrado numa ideia, trata-se de, de uma forma elegante, inteligente viver o processo e se assim o fizeres, os próprios veículos, os próprios instintos mudam.
Quando tu comes carne estás a introduzir um campo vibratório que contém o código “morre”.
Quando há uma praga numa zona tu recolhes uma quantidade daqueles insectos, queima-los, fazes um preparado e com as cinzas e uma tintura dinamizada homeopaticamente, vais pulverizar as plantas. Aquela plantação passa a ter um código vibratório para aquela espécie que é “perigo”. É informação. E quando a espécie vem para a plantação, a plantação está saturada dessa informação, perigo, aqui não. Quando começos carne estamos a introduzir para as células a informação “morte, desagrega-te, decompõe-te”. São mamíferos como nós, é o mesmo reino. Nos planos ocultos existe uma relação directa entre cancro e alimentação animal.
Assim como eu faço este trabalho, eu preciso respirar de uma forma consciente, precisamos respirar mais de vagar e mais profundamente com prazer e consciência da luz, do prana.
A partir daqui eu começo a subtilizar-me, necessito de rever, de reconstruir o meu corpo electromagnético. Isto implica menos televisão porque uma televisão é uma lâmpada colorida que tem um campo electromagnético que abrange uma boa parte da sala e eu preciso de começar a reconstruir o meu campo electromagnético. À medida que eu vou diminuindo a televisão aumento a água mineral, o contacto com as serras, com o mar. Tem que haver uma profunda revisão do comportamento. Não é possível eu começar a desmaterializar-me enquanto sou bombardeado com excessos de informação, isto tem a ver com higiene mental.
A subtilização do corpo físico etérico implica também eu encontrar o meu som que pode ser verbalizado ou interior, mas existe uma nota, um som que uma vez encontrado te liga ao teu ser mais alto. Este som necessita de ser explorado entoado, no caso de muitas pessoas o som “i” coliga directamente na vertical. Existe um som que faz vibrar todo o teu veículo físico e liberta alguns excessos vibratórios que não pertencem ao teu programa. Outro aspecto, é que um servidor lúcido está no sítio certo, à hora certa, a fazer a coisa certa e portanto, há uma economia no movimento, nas escolhas, na existência, no ir para, no vir de, esta economia é essencial para a purificação da personalidade.
Quando se fala  em sorrir para as nossas forças mais densas (emocionais, astrais), a auto compaixão é a forma mais profunda de falar com os corpos, eu preciso de sorrir para os meus medos, para a minha hesitação, ciúme, rancor, como um sábio e a purificação do emocional passa por este processo de abraçar o que não está correcto mas através de uma luz essencial em nós e desfazermos isso com uma profunda compreensão de nós mesmos. Eu preciso de encontrar a intensidade certa de um calor e de uma luz em mim que desmontam o mecanismo involutivo. Existe uma forma de sorrir para dentro que apazigua o corpo emocional, que tranquiliza a dor e a memória e neste processo de subtilização e transferência de energias precisamos estar o tempo todo fazendo essa auto compaixão, essa aceitação de nós mesmos tal como somos sabendo que a nossa natureza está sendo burilada por sacerdotisas que são codificadoras de emoções. Isto implica deixar de lutar contra nós próprios sem perder a consciência do pilar de luz. Eu preciso de me deixar de impressionar com as minhas reacções e quando isso acontece a minha consciência não está mais lá e as reacções não têm quem as alimente e automaticamente, elas tendem a retornar ao ponto de equilíbrio. Eu tenho que fazer um trabalho de silêncio e introspecção até adquirir terreno dentro de mim, isto não é automático, eu preciso começar a olhar para as minhas reacções de longe. Então eu preciso fazer meditação e quietude para adquirir terreno.
O trabalho de purificação liberta-te de pesos, de gordura mental e emocional e tu és transladado para o nível em que estás em fase com a aura de resgate. Na purificação mental eu tenho que ter esse olho que não sai da ciência do ser, do ponto no centro por mais  confusão que a minha mente invente. Não é um ser mental que vai curar o mental, nem o emocional que vai curar o emocional nem o físico que vai curar o físico, é um ser aberto, intuitivo, superado, aspirante, pronto, ágil, igniscente porque a mente não cura a mente, o emocional não cura o emocional, o físico não cura o físico, é a luz que cura. Eu tenho que cultivar uma permanência constante no mais alto ponto de consciência que eu puder atingir, diariamente. Não saias da luz, não há tempo!
Uma aura de resgate é composta pelas seguintes auras: aura das naves laboratório; aura dos centros intraterrenos; aura da hierarquia regente da zona; e caso o ser pertença à fase 1 – entrada na aura de resgate (não são os que têm que passar pela aura de resgate, são os que têm de lá estar à partida) é o corpo de luz do servidor que confirma a aura de resgate.
A aura das naves laboratório é totalmente isenta de carma, corresponde a leis que não são leis de causa e efeito ou se o são estão em arcos de arquitectura universal que nós nem sonhamos.
Nas naves laboratório vocês já estão a ter o vosso código genético alterado começam a ter uma bioquímica que aproxima o sangue do ouro diminuindo o cloreto de sódio e o índice de ferro, significa que a vibração do ouro está sendo introduzida no sangue dos servidores. O que corresponde à não reacção soa processo de oxidação. A quantidade de sal está a ser substituída por cristais de sílica (menos sal e mais água mineral que é rica em sílica). Eles estão a começar a refazer o homem segundo o Adão primordial.  Que é um arquétipo que existe como um facto profundo nas naves laboratório e o que esses seres fazem nos planos ocultos em nós quando  tu és levado a uma nave é começar a alterar componentes nos teus corpos astral, mental e físico.
À medida que o novo código genético é implantado vocês começam a ter uma menor agressividade, espontaneamente. Quando tu descobrires que afinal deixas-te de fumar anteontem, quando Eles desactivarem no profundo, a nicotina no sangue, e tu acordares um belo dia liberto disso, aceita a libertação. E o ponto de contacto é que vocês vão ver a coisa ir embora e vão sentir saudades dela e é aqui que o servidor tem de se sobrepor à história. Tu estás muito mais liberto do que possas sonhar assim a tua luz possa romper com as redes etéricas que alimentam esta mediocridade, esta morte viva em que as pessoas estão.
Os Irmão libertam-te, desactivam-te, pode ser a alimentação que vai dar uma volta, uma relação que desaparece como se nunca lá tivesse estado (vais deitar fora a agenda velha) e à medida que Eles vão fazendo isso, tirando essa velha trepadeira que está toda interlaçada no teu corpo etérico, no bolbo raquidiano e na medula oblongata que é onde é feito todo o controlo do matrix e é aqui que os jardineiros vão começar a trabalhar, mas isto tem de ser feito com extremo cuidado porque se Eles fazem uma libertação mais poderosa que a aspiração violaram a tua consciência. Eles não podem libertar-te para além da tua aspiração. Se Eles retiram uma relação, um agregado de pessoas que suga a tua energia, LARGA, deixa ir, estamos a falar de aura de resgate – união com a hierarquia cósmica. Larga, porque esse magnete, esse hímen não é o que tu julgas por detrás disso existem ramificações que vão dar lá bem no campo do controle colectivo.
Há uma relutância profunda no homem em ser liberto porque o modelo humano é: Pai, liberta-me; Pai, tira-me as amarras e quando o Pai vem… não, espera um bocadinho, não podes vir na 5ª feira? E nós estamos a dizer a entidades cósmicas que atravessaram meia galáxia para cooperar com a hierarquia da Terra, para voltar na 5ª feira! Eu preciso de ousar.
Purificação significa: comer o mínimo para começar a pôr em movimento formas de captação de energias desconhecidas; economia no gesto; nas palavras; no olhar; no ser; ser moderadamente casto; ser atento à dor à nossa volta.
Quando se fala de purificação é para perder lastro, perder peso, ligação excessiva ao velho e começar a trabalhar com luz que, nesta fase, inclui a consciência contínua desse pilar que deve ser concebido e consciencializado no profundo, não no nível da visualização criativa. À medida que nos vamos esvaziando de hábitos que são obviamente arcaicos não precisamos de ir ao encontro dos novos hábitos então purificação não é apenas um conjunto de ausências e de desactivações mas o início de um conjunto de acções.
A 1ª acção é: existe sempre um serviço a ser feito, não há momento em que este umbral não tenha serviço a fazer, não há mais lazer, segue a linha mais curta. Se de manhã te lembrares duma amiga que não está bem, então é para lhe escreveres uma carta. Se existe um centro de cura que precisa de ti é ires lá e disponibilizares-te, há sempre um serviço e assim como a purificação dos hábitos alimentares, electromagnéticos, etc. é essencial, assumir o próximo pequeno serviço põe-te directamente em contacto com a lei da libertação.
A aura das naves laboratório não contém carma e para que elas possam activar zonas geográficas precisam de seres que já estejam o mais possível dentro da lei do serviço e que estejam amando essa lei e tu sabes que estás em serviço porque te esqueceste de ti. Este é o limiar do serviço. Tu entraste no campo do serviço quando sentes uma alegria profunda no centro do teu peito por estares a fazer aquilo daquela forma e tu sentes-te liberto do pensamento sobre os teus próprios problemas.
Para que eu possa servir eu tenho que me ocupar do outro e para que isto não seja um ennnnorme frete, eu tenho que contactar a alma porque é ela que serve, não a personalidade. Nesse sentido, o serviço é um dos principais instrumentos de purificação. Há uma concatenação entre serviço, purificação e mudança de hábitos (alimentares, televisivos, etc.).
Quando eu sirvo o grau luz dos meus corpos aumenta e fico com uma aura que é a aura criada pelo serviço, que repele forças involutivas. Tu entras numa casa, há uma energia no plano astral que não é positiva, tu detéta-la e começas-te a sentir péssima. Pronto, fica tudo montado para a força começar a actuar. Eu preciso ser mais lúcido, subtil e profundo para que ao entrar na casa eu detecte essas forças e não h´+a problema, entras em serviço e o teu campo desfasa, tu reprogramas o éter e as forças involutivas vão-se embora porque elas têm que ter veículos, habitats. Trata-se de assumir o serviço e superar essas preocupações constantes com o plano astral.
Quando eu entro em serviço, quando entro na consciência de dar, os meus corpos aumentam o grau luz, começam a ter as suas espirais etéricas ampliadas, é um jardim de fogo.
O grau luz de um ser é para perceber nem muito nem pouco, é uma energia branca que se vai acumulando no sistema nervoso, no éter, no corpo astral, nas células, no corpo mental e ele vai-se ampliando, tende para cima e lança ramagens que se entrelaçam com o fogo da mónada e constróem o corpo de luz e é este que permite o acesso à aura de resgate. Isto está tudo ligado entre si.
A aura de resgate contem inversão magnética que consiste em feixes que vêm do cosmos e invertem a acção da gravidade. Os corpos vão ficando coesos e vão ficando cada vez mais aninhados no magnetismo superior que vem da alma e aí tu tornas-te UM, os corpos entram em fusão – 3ª iniciação, é uma circulação contínua da energia da alma para dentro dos corpos e vice versa sem redução da potência porque o alinhamento dá-se automaticamente. Para que eu atinja a purificação eu tenho que cuidar seriamente deste alinhamento permanecendo nele e assim és levado muito mais rapidamente à tua área de serviço e aí já não é o pequeno serviço do dia a dia, já começa a ser um outro  horizonte. Então, quando se fala em p urificação ou cura estamos a falar de preparar grupos para prepararem áreas de resgate e isto não se faz com pessoas normais bem intencionadas mas com pessoas absolutamente integradas ao seu centro pedindo essa integração.
As áreas estão lá, no planeta todo e há uma carência profunda de servidores é um problema hierárquico porque está tudo pronto e este indivíduo não acredita em si próprio.
A única paz que existe é a que tu levas aos outros. Quando todas as técnicas que tu usavas para viver normalmente não funcionam mais tu mudaste de plano.

 

8 de Setembro

Vamos começar por sentir a gratidão que a alma nos está a passar quando o indivíduo se dispõe ao contacto interno, não importa onde nem com quem esse contacto acontece, o que importa para a alma é a postura do indivíduo e o quão importante que tu estejas aberto.
Estar aberto é ter a clareza de saber que não se sabe nada, desta forma a alma sente em nós a abertura, isto implica a condição de estar exposto ao superior.
A alma sufoca quando reside num ser que não tem abertura. A tristeza da alma resume–se às nossas opacidades. O trabalho de contacto dispensa as nossas certezas e as nossas dúvidas e resume-se a ficar sentado, disposto, correcto e começar a perceber-me transparente, e da transparência nasce o contacto, que não é uma meditação mas uma atitude. Por isso entrarmos em atitude de contacto em qualquer momento, é estarmos atentos à transpiração da graça dentro de nós. Não é uma metodologia, não é necessário saber nada, não há esforço. No trabalho de contacto eu recupero a minha escala, eu preciso de pegar nesta parte humana e pousá-la suavemente, entregá-la e quando este trabalho acontece, nós sentimos gratidão, esta dádiva que vem da alma por nós a estarmos a compreender.
Com a taxa de toxinas psíquicas na qual vivemos mergulhados não se fala mais de momentos de contacto, as coisas resumem-se a uma constatação cada vez mais sintética, ou o ser está a fazer o trabalho ou não está a fazer o trabalho, e fazer o trabalho é a atitude, esta sensibilidade nova é o trabalho.
Cada uma das mónadas humanas pertence a um dos doze centros ocultos do planeta donde que, cada um de nós está começando a reconhecer a sua família de fogo e está previsto que seres, cujas mónadas pertencem ao mesmo centro interno, formem grupos e inclusive, sejam formados grupos com mónadas de todos os centros internos.
Existem centros que lidam com a cura e a remoção instantânea de tudo o que não pertence à vibração profunda do teu ser e existem centros que lidam com iniciação, isto significa que lidam com o controlo da acção das polaridades sobre nós. Existem centros que lidam com a ciência cósmica e centros que lidam com a manifestação da nova Terra, são 12 ao todo.
À medida que eu vou passando pelas várias estações de afinamento (portas estreitas), eu começo a reconhecer a minha linhagem cósmica, começo a activar um dom que não é o dom que a alma manifesta em mim, esse dom é a linha de menor resistência através da qual eu manifesto algo de extraordinário quando encarno, desde a qualidade musical do Mozart até à capacidade de liderança do Churchil (dons da alma), mas o dom que é despertado quando eu encontro a minha linhagem cósmica é o dom da mónada, é o tipo de acção que a mónada exerce sobre o planeta. Existem 12 linhagens, campos de acção monádica das quais até agora conhecemos claramente 7: curadores; sacerdotes; sábios; espelhos; governantes e contemplativos. No momento em que eu estou desidentificado da acção produzida pela matéria, e não antes, eu passo a ter contacto com a acção que a minha mónada produz no mundo e não há nenhuma ciência que possa garantir uma resposta a esta questão.
Não é porque o ser tem muitos planetas em Virgem que ele necessariamente é um curador, ou várias cargas logóicas em Peixes que ele é um contemplativo porque o que o mapa diz é da relação entre personalidade, da alma e do carma e o processo cronológico terrestre. Não há nenhuma forma de um ser perceber qual a sua linhagem a não ser a postura a que chamamos o contacto, esta atitude de estar quieto interiormente, por isso não depende do que tu fazes cá fora.
Eu deixo a infância espiritual quando entro numa quietude que tende a instalar-se o tempo todo, quer eu esteja em contemplação, em acção, em estudo, e este estado interior de quietude profunda, hoje, é o revelador da linhagem a que o teu ser pertence.
A Terra está sob leis que não conhecemos e nos planos de vigília cósmica, a Terra foi consagrada e do ponto de vista dos concílios mais altos este planeta é sagrado, já está dentro das leis que templam a Terra e o contacto é a única forma de eu me actualizar da velocidade de transformação do planeta e eu necessito transformar o contacto na minha primeira prioridade.
Numa fase de estímulo de uma certa sensibilidade espiritual, os Irmãos passam informação de uma forma suave e psicologicamente extensa, de forma a que a pessoa possa usar a luz que vem do alto para minimizar as suas dores humanas, que é o que acontece quando, num trabalho autêntico. um belo dia eu digo: “mas eu já não consigo usar isto para melhorar a minha vida terrena!” Existem inúmeros ambientes em que o facto interno é passado  em diluições homeopáticas de forma que o indivíduo pode utilizar a luz da hierarquia para minimizar o carma, para iluminar as suas escolhas na vida comum, para que ele seja menos agressivo, menos arrogante, menos primário, mais amoroso, para que ele não insulte os outros. Isto é uma etapa infantil da comunicação espiritual, a luz do alto não serve para fazer a manutenção, nem o equilíbrio, nem a harmonia de ninguém, fá-lo-á sempre por acréscimo quando entramos nos níveis mais altos do trabalho.
Quando uma fonte de inspiração constantemente se adapta ao vosso estágio humano trata-se de um trabalho preparatório, básico, que é importantíssimo porque sem ele desorbitamos quando entramos em contacto com a aura de Enoch, ou quando começamos a ser sensibilizados pelas energias dos avatares.
Não é a luz que tem de se adaptar ao homem mas o homem que se tem de transformar em luz e a fronteira entre um trabalho preparatório e um trabalho de ignição consiste no clareamento total deste factor.
É quando a minha vida passa a ser usada como um cálice para a luz que eu saio do nível preparatório e é o amadurecimento que permite que eu saia deste nível.
Esta maturidade que os Mestres estão tentando desenvolver em nós consiste na passagem da aspiração espiritual para a vontade espiritual. Na aspiração, que é a única forma de ter asas, eu quero muito e não faço nada, no nível da vontade eu já não sei o que quero, simplesmente movo-me na direcção da luz, eu passei a ser motor, vórtice do meu processo. E é quando este ser atinge o plano da vontade espiritual que os Irmãos encontram segurança e que as leis cósmicas permitem a revelação da tua linhagem monádica.
Temos um círculo com vários raios e um ponto no centro que irradia luz, as mónadas que ocupam o centro do círculo são as que estão mais afastadas dos agentes metabólicos à volta e quando falamos de metabólicos, falamos de todas as forças neste planeta que estão a responder à descida da luz. Neste contexto metabólico pode ser a tua família, o teu corpo físico, a tua sociedade, uma nação, tudo o que não está plenamente resolvido. As mónadas que ocupam o ponto central são as contemplativas.
O trabalho do contemplativo (seres como S. Francisco de Assis ou Santa Clara pertenciam a esta linhagem) é muito distante da vibração em torno desta estrutura energética, ele realmente está no centro e o trabalho dele  é permanentemente VER, não perder nunca o contacto com o Pai. Ele contempla o Pai, a luz irradia para o mundo, ele irá receber a mais potente voltagem energética duma arquitectura grupal. É o ser que tem mais sede de se despir dos seus invólucros. São seres que têm urgência do divino, que garantem a voltagem energética de todo o ambiente de serviço. Sem o contemplativo não existiria um furo geodésico vertical a partir do qual a energia das esferas superiores podem penetrar nesta célula. Complementar ao contemplativo temos o guerreiro.
A linhagem dos guerreiros é a dos seres que encontraram uma paz total dentro de si. O Gandhi, que era um guerreiro, veio inverter a energia da guerra, veio virar ao contrário o poder do ódio, inverter o sabre. O guerreiro formado nas escolas de guerra da hierarquia é um ser extremamente perigoso porque a aura dele é composta de paz sólida. O guerreiro formado (seres ligados a Morya) irradia um nível de paz que é uma arma absolutamente terrível porque toda a violência a ele endereçada regressa ao ponto de partida. O trabalho do guerreiro é estar no nível de consciência onde não existe dualidade  e, portanto, não existe inimigo, é a isto que se chama a “consagração do sabre”.
Nós tivemos mónadas encarnadas que tiveram a função de canalizar parte da verdadeira energia guerreira da hierarquia (Joana d’Arc em França, Nuno Álvares Pereira em Portugal).
O guerreiro é colocado na periferia da estrutura energética e funciona como escudo deflector de todos os elementos que não correspondem à vibração da tarefa. Este guerreiro tem a função profunda de conexão com o contemplativo e quando se observa a formação de culturas tradicionais, temos sempre uma relação profunda entre estas duas linhagens, isto é, a função daquele que vê o divino e a daquele que defende a cidadela, é complementar e quando se falava na antiguidade em reis sacerdotes (Melchizedeque ou o par Artur/Merlin) estamo-nos a referir também a este diálogo. Tu sabes que és um guerreiro porque quando entras numa atmosfera de trabalho as forças involutivas afastam-se. Portanto um guerreiro pode ser uma linda menina de 12 anos que entra em silêncio na sala e nesse momento as forças involutivas dispersam, porque esta acção é feita de cima para baixo.
O arco de fora é o guerreiro e as outras linhagens operam entre estes dois extremos. Todas as linhagens contêm qualidades das outras porque nas linhas do fogo profundo não se podem cortar as coisas como estamos a fazer aqui.
O sábio ou instrutor são as mónadas que adaptam a vibração que está a ser canalizada para baixo pelos contemplativos e adaptam essa vibração, por etapas, ao exterior. Se tu vives um momento de instrução podes ter a certeza que o teu ser profundo está ligado a mónadas contemplativas encarnadas ou não, que facilitaram a descida da voltagem. Os contemplativos estão a garantir a ligação da força à estrutura, têm um trabalho extremamente abstracto, enquanto que o guerreiro mantém a pureza do perímetro e o instrutor é um ser que adapta a energia a receptores.
O instrutor é um ser que funciona por ligação, ele precisa de adaptar a capacidade de recepção da massa em torno, ao poder da luz central. Ele é um amortecedor, um adaptador, um regulador e por isso os sábios estão ligados ao 2º Raio (amor/sabedoria). É o amor que faz com que o sábio encontre a melhor linguagem, o casamento de conceitos que não ofende o outro.
Até que tu percebas qual é a tua linhagem há todo um trabalho de vontade espiritual para fazer porque isto vem do nível da mónada, então, o sábio ou instrutor é o ser que faz adaptação de vibração.
O curador tem como tarefa trazer  para os níveis tridimensionais, também, a vibração que está no centro, mas enquanto que o sábio transporta para a consciência (opera segundo as leis do Filho) o curador transporta para o corpo (opera dentro das leis da Mãe), ele adapta a luz que é trazida para baixo pelos contemplativos e transporta-a até à célula viva, até ao mundo dos sentimentos, das emoções e do pensamento.
Se temos um trabalho complementar entre guerreiros e contemplativos, temos também um trabalho complementar entre sábios e curadores. Onde há um sábio dissipador das trevas, próximo há um ou vários curadores, isto é, seres que têm a função de receber esta irradiação pura que os contemplativos garantem e, de nos planos subtis, a adaptar à dor do mundo. Os curadores trabalham com o 1º Raio, através do qual a vontade adquire características de bisturi, de penetração, e com o 6º Raio, no qual o magnetismo profundo cura a natureza das pessoas.
Porque é que quando estás a fazer um trabalho com um núcleo tens dificuldade em sentir as tuas desarmonias? Porque o 6º Raio, a energia do idealismo, esse  magnetismo que nos garante que o Universo é alegria, é luz, este magnetismo reconstitui a integração entre os constituintes. Um ser de 6º Raio contém um magnetismo que reproduz a doença universal. O 6º Raio é a energia magnética que estimula o ponto de harmonia nos corpos. No fim, a cura e o curador resumem-se a um tipo extremamente refinado e subtil de sentimento combinado com vontade.
O sábio é um ser que precisa de encontrar moléculas culturais novas de forma a estimular a consciência das pessoas duma forma nova.
O curador combina vontade com um sentimento que conduz os veículos de novo para o centro e assim, como os contemplativos são conmplementados pelos guerreiros, os sábios são complementados pelos curadores.
Os Templários eram a perfeita combinação de monge e cavaleiro, eles estavam a aprender estas duas vibrações simultaneamente, vejam bem que tipo de escola esteve radicada em Portugal! Como monge eles iasm dominar os aspectos contemplativos do seu ser e como cavaleiro eles tinham que dominar os aspectos guerreiros do seu ser. Felizmente toda a agrégora templária nos planos 1, 2, 3 e 4 foi desactivada e o vórtice que deu origem à ordem do Templo continua lá, mas o espírito nunca se repete.
Os governantes são seres que estão encarregados, juntamente com os guerreiros, de ampliar o raio do círculo.
Akbar era um imperador da Ásia Central que conseguiu, em plena confusão, sentar à mesma mesa, em torno da mesma ideia central, num conselho, enviados cristãos, muculmanos, budistas,… que estavam em incomunicação. Isto é um governante, um ser que combina vontade, sabedoria e inteligência.
Juntamente com os guerreiros o governante tem a função de ampliar a acção do círculo, isto é, conquistando regiões do mundo para a energia cósmica que está a descer a partir do contemplativos. Em termos modernos, o trabalho deste governo seria garantir as leis e a ordem no perímetro de aprofundamento espiritual. Ele deve garantir que não há distorção à medida que anéis de trabalho se forem dilatando. O governante garante a lei ao longo de todo o território de influência. Isto são mónadas extremamente específicas.
Se o guerreiro é formado pela inversão do sábio, isto é, o sábio passa de ofensivo para transmissor da paz porque o guerreiro venceu os últimos guerreiros dentro dele, se um guerreiro chega a este ponto, um líder,  do ponto de vista cósmico, é o ser que faz primeiro nele, antes de alguma vez pretender que alguém faça, é assim que se fazem líderes. Isto significa que, se a tal menina guerreiro entra numa sala e as forças involutivas são expulsas, isto é a nível monádico, se passamos para o nível da alma, temos que ir outra vez ao incenso e aos mantras, no nível interno puro, com um guerreiro o ambiente é limpo de forças involutivas. Com o governante a mesma menina entra e a ordem instala-se. O que é pedido a um ser num trabalho actual é que ele encontre, assuma e irradie a sua linhagem.
Daqui para a frente vamos ter complementaridade monádica nos trabalhos profundos, isto no planeta inteiro. Iremos ver mónadas guerreiro e contemplativas, mónadas curador e sábio actuando juntas e grupos que têm mónadas de todos os tipos porque a função deles é de transmutação civilizacional.
Um sacerdote tem como tarefa trazer para dentro, enquanto o governante garante a estabilidade da lei ao longo do crescimento do trabalho.
Tu tens a revelação da linhagem quando um belo dia percebes, sem sombra para dúvidas, que és um ser espelho. Significa que estás nesta encarnação a pegar na escola interna monádica que largaste na ou nas vidas anteriores, estás a recomeçar a instrução, o adestramento, contudo, não significa que com a revelação venha o estado total, pois o ser tem que ir crescendo, limando-se dentro da sua linhagem monádica.
Um sacerdote tem a função de trazer a vibração do centro, como energia imaculada, para o exterior e ele fica colocado na periferia entre os guerreiros. Agora, há sacerdotes guerreiros, mas lá no profundo, há uma linhagem à qual este ser responde. Um sacerdote é a porta. Se o guerreiro é a garantia do anel não passa, o sacerdote é a porta, ele está no umbral e aplica a vibração do centro ao mundo e com isso, ele convida aos que vivem no exterior a compreender e a viver a experiência  que está a ser irradiada a partir dos contemplativos. Um sacerdote é a encarnação de um eixo móvel tanto assim que, nas tradições antigas, muitos monges são sacerdotes e sacerdotes são monges. Actualmente estas coisas estão a nascer como cogumelos. Este sacerdote que actualmente poderíamos chamar de operador axial, é um eixo móvel, ele tem a qualidade do contemplativo e consegue lidar com as energias do UNO. Agora, nos planos internos, se os contemplativos não estiverem a fazer o trabalho, o sacerdote é desconectado.
Enquanto o curador trás a energia central aos corpos e o sábio trás a energia central à consciência, o sacerdote é a energia central manifestada, ele opera no circuito do Filho mas possibilita o acesso ao Pai e isto dá bem a consciência do que é o apostolado, que é o que se passa com os sacerdotes católicos, é a sucessão da função de Cristo. O sacerdote facilita a transição ao interior, ele precisa combinar muito bem luz com magnetismo e tem de ser realmente claro para trazer para dentro, realmente.
Um ser espelho tem a função de relacionar as várias estruturas entre si. Esta estrutura que nós descrevemos do mundo temos igual em Orion, em Sírius, nas Plêiades, nos planos internos da Terra. Então, o ser espelho tem como tarefa reflectir nele osnúcleos entre si. O eixo é comum.
Ortodoxia significa erecto (90º), axialidade. Ortodoxo é aquilo que esteve, está ou pretende estar em contacto com uma revelação autêntica. Existe uma relação directa entre ortodoxia, tradição, fundação de centros espirituais e revelação. Isto é válido para Stonheng, Mtchu pichu, pirâmides, Delfos, para todos os centros espirituais autênticos na Terra. Ortodoxia é o que acontece no centro destas estruturas energéticas sustentadas por mónadas.
O ser espelho tem como tarefa trazer a vibração duma estrutura mais alta para a imediatamente abaixo.
Então temos seres espelho que operam entre Orion e Sírius, entre as Plêiadas e Sírius, outros entre Sírius, Orion e o Sol, outros entre Sol/Miz Tli Tlan/Shambala, outros operam entre Miz Tli Tlan/Shambala e Hertz na Argentina, ou seja, onde há um ser espelho existe comunicação cósmica e ligação aos Conselhos superiores, ele é um canal porque quando esse ser está presente, percebemos que entrou uma energia duma outra dimensão. Eles são os que têm a capacidade de se aproximar da vibração de todas as outras linhagens e têm a qualidade de introduzir um ambiente que não é dali, ele purifica-o porque está a irradiar energia.
Tu precisas perceber o que o teu irmão irradia em vez de perceber só se ele está cansado ou desorientado, descompensado no plano humano e se não conseguires perceber isto, nunca vais reconstituir a tua família nesta dimensão.
Uma família de fogo emerge quando não me importam os defeitos dos outros. Mesmo que tu estejas mal, momentaneamente, em período de crise, o que a tua mónada irradia pode ser apanhado pelas pessoas, tanto assim que, quando uma pessoa te vem pedir ajuda tu sais da crise e quando ela vai embora, entras novamente na crise e tu ficas bem quando ela chega, porque aconteceu polaridade, mas depois tu vens novamente para baixo.
Ao ser chamado para um trabalho real e com o desabrochar da flor deste grande amor que é a única forma de alguma vez nos ligarmos ao superior, começamos a ter uns que despertam para o centro, outros são colocados em pontos estratégicos de purificação, outros começam a ocupar os raios que ligam o centro à periferia, outros que se ocupam do processo de crescimento, etc. e nem sabem porquê e é natural que um ser que, num trabalho pré monádico era um terapeuta, chegue a um ambiente de contacto interno e descobra que não tem nada a ver com cura e começa a fazer um trabalho completamente novo, portanto, nõs não sabemos que dom a mónada guarda.
Como parte essencial de evolução monádica não devemos ter grandes opiniões uns sobre os outros, porque isto é um serviço profundo que nós devemos fazer enquanto irmãos de caminho, neste sentido, eu tenho a responsabilidade de não ter opinião, de estar lúcido, atento, mas não ter opinião sobre ninguém, porque num processo de contacto monádico não sabemos o  que o outro guarda dentro dele, sabemos que ele consegue manter uma assiduidade interna (que não tem a ver com assiduidade ou não a conferências) para com certos assuntos, sabemos que resiste à prova da não confirmação do caminhar sem referências sólidas, resiste à prova de se ir transformando ele em referência sólida para os outros porque quando tu caminhas e os irmãos tiram-te as referências sólidas, significa que tu te estás a transformar em referência.
Enquanto eu estou cercado de luz, eu sou um ponto negro que assimila luz, quando estou cercado de trevas sou um ponto luminoso que transforma as trevas. Quando tu entras em desreferenciação profunda (a que S. João da Cruz chamava “a noite escura da alma”) e não há referências, só há trevas, tu passaste para o 2º estágio de formação. Os Mestres já não te estão a preparar como aprendiz, estão a tornar-te um foco de luz e tu tens que aprender a gerar a tua luz do interior de ti mesmo, do zero.
Enquanto eu caminho guiado por alguém, sustentado por veículos religiosos ou esotéricos demasiado rígidos, eu estou, de uma maneira geral, dentro dum corpo de vibração que me permite crescer até um certo ponto, mas quando eles, realmente, vão fazer de ti um polo de luz – não se fazem pólos de luz na luz, fazem-se metendo o coitado do discípulo lá no caldeirão, não é a vida correr mal, é tu não teres a mínima noção do que está a acontecer, nem bem nem mal, tu sabes é que só podes contar com a luz dentro de ti.
Tem alguns que o túnel (caldeirão) consiste em terem todo o seu processo humano desconjuntado, e outros consiste em abrirem um livro e não conseguirem ler uma linha (este é o ponto de alto crescimento interno), não consegues assimilar a informação através de caracteres. Eles não produzem esta situação em ti, de tu abrires um livro e os campos electromagnéticos que permitem a leitura – porque está tudo baseado em funções cerebrais – não funcionam mais, tu lês uma frase e voltas ao princípio, alguém pergunta se estás a gostar do livro e tu nem consegues perceber a primeira frase. Eles não desligariam estas zonas do córtex se não estivessem a ampliar a região frontal do lóbulo direito, que é a zona do córtex que tem contacto directo com os computadores quânticos nas naves laboratório. Então, se não consigo ler o livro é porque não é para ler porque talvez vá chegar uma coisa da nave Alfa e chega! Será que isto é o elogio da loucura?
A função da leitura acabou. Quando dissemos, há tempo, que esta etapa informativa terminou, ela está a começar para milhões de seres mas há um novo tipo de indivíduo para quem o livro é um analfabetismo, ele precisa que, ao mesmo tempo que lê está ligado lá na nave laboratório e recebe a energia e a informação da nave.
Quando eu estou a combinar a informação que vem através do lóbulo frontal direito, que é a zona de contacto com a hierarquia extraterrestre, com a informação que está no livro, eu já estou noutro ponto e quando não consigo mais ler de todo e a informação só aparece nesta região da consciência como por magia, então já é um terceiro ponto com inúmeras gradações e inclusive retroacções dentro desta escala, mas isto está a acontecer, isto é conhecimento directo, mas para isto eu tenho que ter a humildade de ser um ser cósmico, tenho que largar o drama de controlo, de que sou um coitadinho (Profecia Celestina) que dá muito jeito a muita gente e tenho que entrar na humildade de que sou um ser cósmico em contacto com hierarquias cósmicas. Se isto mexe com os nossos conceitos e categorias, tanto melhor.
Este diagrama repete-se nos planos subtis sempre que os Irmãos começam a aglutinar seres para uma manifestação e inclusive há cumutação ao longo destes campos de vibração específicos. Tu podes ter um guerreiro que passa por um longo período como contemplativo, e podes ter um curador que passa por um processo que tem que assumir a sua energia de instrução e podes ter um instrutor que trabalha como sacerdote.
Um sacerdote é uma entidade de colapso do tempo. No sítio onde ele está o tempo linear colapsa porque como ele reintroduz o eixo e como o eixo é atemporal, o eixo é a árvore da vida no centro do jardim, este eixo encarna no sacerdote, ele torna-se um eixo vivo, por isso se diz que todos os padres da igreja católica são-no segundo a ordem de Melchizedeque e os padres não fazem ideia de quem é Melchizedeque e é só “o próprio” da ordem a que eles pertencem. Isto é só o ponto em que está a situação, a nível oculto, do conhecimento tradicional no planeta.
Um sacerdote, por se transformar num eixo vivo é um holograma do Paraíso, ele tem que conter muito forte essa realidade original a que se chama Eden e que é o estado de consciência onde não existe dualidade. Ele reconstitui esse eixo e um sacerdote avançado é um ser que vive para libertar o mundo das forças involutivas porque elas podem lidar com todos os ângulos (30º, 40º, 50º 70º) agora, 90º elas não sabem o que é, porque ali é o supremo.
Um sacerdote anula, expulsa, equilibra o tempo cronológico duma região. A aura dum sacerdote contém uma elevada quantidade de Takion (partículas que viajam a uma velocidade superior à da luz) e se assim é, essas partículas não estão no tempo. Então ele bombardeia uma energia que não é do tempo linear, ele colapsa o tempo e portanto ele reconstitui a inocência naquele com quem entra em contacto.
Qual é o ponto das pessoas neste trabalho? Ele caracteriza-se na intermitência do contacto com o dom. Todos nós estamos a ter contacto intermitente (2, 3, 4 vezes por ano) com o dom monádico.
Nós não estamos no ponto em que estejamos continuamente a manifestar o dom, nem no ponto em que isto seja para nós uma história da carochinha. Nós estamos no ponto em que isto tudo faz sentido no entanto parece longe, isto significa que todos já estão a ter contacto intermitente com o dom e vão ter uma ampliação da voltagem do dom na proporção em que casarem com o dom.
Só uma pequena parte do teu ser está encarnada porque a maior parte não está nesta dimensão, isto aqui é só um filamentozinho minúsculo do real poder da tua mónada.
O tempo está a passar e para o ser lúcido não há mais nada para fazer (alguns de nós ainda vão tentar fazer), é só casar e irradiar o dom. O ponto de reflexão é eu pensar seriamente o que é que eu pretendo fazer com a minha vida. Há seres que já ultrapassaram esta barreira, mas há outros que ainda querem ser felizes e quanto mais tu persegues a felicidade, mais a alegria se afasta de ti e quanto mais tu persegues a alegria mais a bem aventurança se afasta de ti.
O homem comum busca a felicidade, o ser tocado pela alma já aprende a distinguir felicidade de alegria. O iniciado está a aprender a ir para além da felicidade e da alegria e começar a responder à bem aventurança que é esta experiência indizível da mão do Pai sobre a tua cabeça.
Então vai para o teu túnel e brilha e conhece a tua luz que foi para isso que foi posto lá o túnel e ele só vai estar lá até a luz se acender com presença suficiente para o teu Mestre dizer: “chega-te tu”, ele já acendeu a luz. Isto é bem iniciático! “tenta outra vez, tu consegues. Não desistas, tenta mais uma vez, vai lá e, simplesmente, conhece a tua luz”.
Tudo o que um ancião pode dizer a um jovem é isso: “Tenta”.
Nós estamos imersos numa cultura de efeitos, não numa cultura de causa. É toda uma psicologia do sucesso, mas para o teu mestre não tem importância o resultado, o que conta é que tu tentaste e tentar é a vitória. Falhar e voltar lá outra vez é uma segunda vitória.
Eles estão na margem de lá e nós na margem de cá e tudo o que vemos são névoas e abismos e depois vem S. Germain, Mestre Morya, Jesus e dizem: “Salta, nós também já saltámos, estamos na margem de cá”. Isto é um pouco difícil mas sem essa ousadia essencial do buscador, sem esse tentar, já este planeta há muito tempo tinha sido dissolvido.

O signo de coragem espiritual precisa voltar a ser impresso no éter desta região do mundo, ele já esteve impresso e recolheu-se. O signo da ousadia essencial do peregrino necessita voltar a ser impresso e isso é feito com a tua fé com o teu olhar límpido a altas horas da madrugada, quando o mundo não sabe nada. É este tipo de fogo que precisa percorrer a nossa espinha.

14 de Setembro

Estamos definindo como aura de resgate zonas da consciência e geográficas e tipos de alinhamento que produzem um vácuo cármico, portanto, uma aura de resgate é um vácuo cármico – campo de vibração onde o carma planetário não penetra. Uma aura de resgate é acessível apenas na proporção em que eu me vou distanciando do meu próprio ser cármico. Como uma aura de resgate é um poço de inversão magnética, um habitat no qual a frequência alma é dada como o mínimo admissível, e é um poço cármico porque as forças que movem a trama da superfície da Terra, que é todo ele a ponta de um iceberg cuja raiz profunda é totalmente involutiva e estas peças no tabuleiro mundial movem energia com aplicação macro cósmica. Numa aura de resgate estas forças não podem penetrar.
Chamamos aura de resgate à zonas na tua consciência, nos corpos, zonas geográficas, onde a lei do carma não penetra. Certos núcleos no planeta estão sendo convocados para uma etapa de purificação consciente que permite esvaziar os nutrientes negativos que alimentam os parasitas do medo que nos liga à antiga civilização de superfície. É uma mutação entre uma civilização tangível e uma outra civilização interna, invisível, mas para a qual estão sendo canalizados todos os fogos válidos da actual civilização cessante. Temos um translado de tudo o que é são, límpido, verdadeiro, cristalino na velha civilização usada, que cumpriu a sua função e colocou o homem no nível da mente com discriminação. Actualmente o fruto do tempo é um ser de boa vontade, que pensa: “este fruto está maduro e para continuar o seu crescimento está a ser preparado para ser admitido conscientemente a uma confederação inter estelar”. As raízes luminosas do homem estão a começar a entrar em conflito com os limites do vaso civilizacional que até agora lhe deu estrutura, isto em níveis internos, ela está-se a tornar um espartilho para o respirar pleno da flor do espírito do homem e os jardineiros vão fazer o translado da planta que está a ficar claramente atrofiada para o novo vaso.
Estes nossos Irmãos cósmicos estão a preparar translado das plantas que têm raízes luminosas resgatáveis que o justifique para um vaso mais largo, um vaso de amor profundo, de união entre toda a consciência, de compreensão do uno. Eles estão a começar a preparar núcleos, estufas de crescimento, os quais podem responder coerentemente ao impulso dessa energia que desloca a totalidade das forças do ser, duma localização subdiafragmática para uma focalização supradiafragmática. A força deve subir. Para que a mónada possa localizar-se em nós, de uma forma mais estável e para que a minha vida espiritual deixe de ser intermitente e passe a ser um facto maciço, com poder de deslocamento comportamental colectivo, com poder de intervenção oculta, é necessário trazer a sua força até ao plano de transferência entre o plexo solar e o coração, na zona do diafragma, aí é feita a transferência da velha para a nova Terra e é a partir dessa fronteira que a civilização actualmente invisível começa a ganhar corpo. O instrumento da civilização que os Mestres criaram nos planos internos está pronto, é só a condição lógica no encadeamento da evolução de um planeta para o desdobramento da luz que se encontra já aprisionada no interior de uma humanidade. Quando uma alma nasce, nasce numa prisão de forças.
Ex.: 35 anos da vida da alma são usados para compensar herança genética, são chamados o feitio da mãe, do pai, da avó, isto é genético, é considerado, do ponto de vista de uma alma evoluída, uma aquisição completamente retrógrada. Do ponto de vista duma alma que está ainda a despertar, talvez o feitio do pai seja útil, mas para uma alma que vem a serviço, duma alma que sabe (tu aqui em baixo podes não saber nada mas a tua alma dentro de ti vê, já nem é, sabe), esta herança genética leva 35 anos a reciclar, a recombinar, basta observar-mos o tempo que o nosso consciente utiliza com assuntos familiares para vermos o complicado que é para uma alma vir servir a este planeta. Mas pais, mães e tios não é parte do serviço planetário? É por irradiação. O grau luz do teu ser profundo é que é o teu serviço, não é a discussão.
A nossa civilização ganha corpo em ti, tu és o tijolo, um elementos radiante de uma civilização que está a começar a se firmar no planeta e nada acontece sem que primeiro o éter saiba. O éter é o veículo da precipitação. Ex.: Há pintores geniais que só são geniais no sítio onde trabalham há anos, porque se são postos demasiado fora do seu ambiente e lhes é pedido para fazerem um trabalho noutro país, noutra zona, eles podem não encontrar a totalidade da inspiração e o tipo de disciplina estética necessária para atingirem o ponto da genealidade. Isto tem a ver com o éter, com a acumulação numa zona geográfica de protocolos de tradução de luz em força, e o éter é isto, é uma região nas camadas planetárias em que a energia é traduzida em força anímica, força vital, força de precipitação, vontade de realização porque a luz é uma ondulação saturada de inteligência da vontade do Pai que utiliza o plano etérico para impressionar os elementais dos nossos corpos.
O corpo físico é um elemental Terra, que tem uma inteligência do tipo Terra e tem poder sobre o elemento Terra. Para que o corpo físico possa realizar o que tu vês, o plano etérico tem que estar presente, daí se usar a expressão físico/etérico. O plano etérico tem de estar saturado com códigos vindos da centelha, e se estes códigos/luz não chegam ao plano etérico, não são traduzidos em força. Não há energias negativas, o que há é forças negativas porque energia implica sempre um tipo de inteligência ligada ao Logos, e se uma coisa se desprende do Logos perde o carácter de energia e transforma-se em força que não é inteligente, não no sentido do Logos. Inteligência espiritual viaja  por energia e o plano etérico (composto por redes subtis) traduz energia em força, então, há forças involutivas e evolutivas, forças que têm o poder de te pôr em movimento criando uma nova civilização.
Antigamente quando ia ser construída uma catedral, os anjos deslocavam para a zona centenas de pássaros (andorinhas, melros, rouxinóis) e os anjos, através dos devas, instruíam os pássaros para certos tipos de cânticos e era o canto dos pássaros durante meses ou anos naquela zona que preparava o éter para quando chegavam as ordens massónicas, começarem a manifestar a catedral. Mesmo que não houvesse uma virgem Maria – que é uma central de preparação do éter à escala logóica – a transformar energia em força, os pássaros já faziam esse trabalho.
A aura de resgate é uma região do teu ser ou geográfica onde os Irmãos estão a drenar, para forma, o carma planetário, os elementais do pensamento normal e a introduzir a nova Terra.
Uma nova Terra é uma frequência, uma vibração, um código electromagnético que facilita a transformação do pensamento dos Mestres em força elemental de altíssima qualidade, que pode ser usada pelo discípulo para a construção e é por isso que, fora da aura de resgate, muitos seres estão em depressão – que é um estado de ausência de força, porque vocês podem ter muita luz mas se ela não se  transformou em força vem a depressão, porque os corpos não querem, porque a força que inspira e dá à personalidade a vontade de cooperar com o plano não está presente. O corpo astral foi criado para receber o impacto do 2º Raio do Logos planetário e um discípulo autêntico não encontra equilíbrio emocional enquanto não sentir que o seu amor não tem endereço. Não há corpo astral em equilíbrio nesta etapa do problema planetário, enquanto eu acho que sei quem eu amo e porquê. Este amor necessita de ser liberto da nossa boa vontade. Enquanto eu dirijo o meu amor e eu estou ainda em fricção com a vontade oculta do meu corpo astral, emocional, e do meu corpo de expressão de ligação, o amor que vem das regiões mais altas não vem para ninguém, ele vem para estar em nós e irradiar-se em esfera em todas as direcções.
Quando se fala em acesso a uma aura de resgate implica que eu esteja conscientemente fazendo o translado de uma polarização abaixo do diafragma, para uma acima do diafragma porque a qualidade vibratória que as hierarquias cósmicas estão impregnando o éter não é da velha Terra, elas vêm do tempo, do futuro, da 4ª dimensão e esse éter tem o poder de traduzir ideias, visões, inspirações, contactos, em vontade construtora e é por isso que vamos ter seres que vão estar deprimidos quando não estão em contacto com a aura de resgate e assim que entram em contacto transformam-se em líderes. Isto é, enquanto eles estavam fora de um facilitador que permite que eles manifestem aquilo que eles vêem, e a fricção constante entre o que eles vêem e o que eles conseguem fazer, e no estado em que as coisas se apresentam, quase nada do que os Mestres querem fazer é feito.
As auras de resgate fazem a tradução da luz em força construtora e nós vamos ter senhoras com 70 anos, que nunca pegaram numa pá, e quando entram numa aura de resgate levantam paredes inteiras.
Quando dizemos: “não te definas, nem ao irmão ao teu lado, cuidado com a ideia que este ser estagnou”, ninguém estagnou. Uma aura de resgate permite a regeneração profunda dos veículos dum ser, a expulsão do parasita que consome a tua energia. Tu és parasitado por um obsessor civilizacional.
As funções da consciência, a matriz dentro dasqual o homem se encontra aprisionado é um campo morfogenético mantido por magos negros, que, falando em termos de geometria sagrada, é traduzido por um cubo, enquanto que a forma pensamento da nova civilização e o campo vibratório que é mantido vivo pelo pensamento dos contemplativos, da hierarquia, e que é uma matriz de salvação, de redenção, de resgate, se tivéssemos que a descrever em termos de geometria sagrada, é uma pirâmide.
Os nossos irmãos do judaísmo ortodoxo amarram um cubo preto à testa para orar no Muro das Lamentações. Aquele cubo significa uma plena consciência da função cósmica dentro da qual nós estamos prisioneiros. A função pirâmide, a ligação do quadrado ao uno é a função através da qual a consciência terrestre é transformada em consciência celeste. A função piramidal é um cumutador dimensional, a função cúbica é um aprisionador dimensional e todos nós somos parasitados por essa função cúbica cuja lei é o medo. A lei da função piramidal é o amor.
A função cúbica que corresponde especificamente à mente concreta, que é onde “os outros senhores” têm o seu quartel general – no plano da mente concreta para a mente abstracta – é composta por um conjunto de leis que garantem a função do medo a partir do chacra da raiz por todo o corpo etérico, donde que, a energia que vem da centelha, ao tentar penetrar a entidade humana tem que atravessar o corpo etérico e está lá a informação medo e a partir daí a própria energia que vem da mónada é usada para aumentar o sofrimento aqui em baixo, e este é o parasita.
Nós, portanto, temos um virús que é o medo, que implica uma desconfiança em duas direcções: na direcção do Universo, que pode não ser um sítio totalmente seguro; a outra é, de mim para ti. Enquanto eu tiver medo de ti os parasitas da humanidade têm alimento. Enquanto existe medo, o medo circula e fortalece a função cúbica dentro da qual o homem está aprisionado.
O éter das grandes cidades é composto principalmente por códigos cúbicos – as casas são cúbicas feitas com tijolos – enquanto que o éter, numa aura de resgate, já é composto por funções piramidais, isto é, a forma como a luz é traduzida em força na aura de resgate é através da pirâmide. Significa que a força que chega aos nossos corpos dentro da aura de resgate está saturada de intenção divina e, em última análise, o que produz cura, numa aura de resgate, é a acção.
A função pirâmide fixa, nas 3 dimensões  terrestres, a  vontade  do Pai. Os nossos corpos encontram--se dominados à distância através de antenas, de automatismos de controlo, a tua medula oblongata é altamente sensível à presença de antenas. Nós encontramo-nos sob um plano de controlo, de repetição rítmica do quotidiano, ou seja, nós teremos que ser medrosos, não criativos, não exploratórios, não prospectivos, profundamente desconfiados uns dos outros, basicamente desunidos para podermos ser usados.
O medo é uma vibração que tem como característica duas coisas: ligar-te ao objecto do medo, e o medo multiplica o medo, porque o medo num ser activa as defesas do outro ser, as defesas do outro ser activam ainda mais as defesas do primeiro ser e, de repente,  a circulação de qualidade está toda afectada e não há qualidade, há um vácuo de comunicação.
O sangue contém cristais de sódio que têm justamente uma forma cúbica. Os elementos cirstalinos no nosso sangue são os responsáveis por transportar informação divina às células (não estou a falar das plaquetas, nem da linfa, nem da hemoglobina), são fixadores de luz e quando o sangue passa por regiões cosmicamente iniciadas, à medida que o sangue aflora das regiões profundas e se aproxima da pele, ela recebe bombardeamentos de fotões que contêm informação Pai, a memória da eternidade. O cristal que mais temos em suspensão no sangue é sal e o trabalho de preparação de acesso às auras de resgate implica que os seres comecem  a comutar cristais de sódio em cristais de sílica que têm uma forma piramidal, isto é, fixam a informação do Pai sem a transformar.
A aura de resgate, na libertação da lei do medo, da lei da morte, da lei da causa e efeito linear, do olho por olho dente por dente e o acesso às funções/luz ligadas a câmaras acima do Sol, e às naves laboratório está a começar a drenar, para fora das regiões geográficas de resgate (em Portugal existem três grandes e várias menores – uma no sul outra no centro e outra entre Portugal e a Galiza). Estas regiões estão tendo os seus “anéis não passa” fortalecidos e todo o éter do pensamento do consciente esquerdo velho, contaminado, retirado e estão tendo os vácuos cármicos saturados com éter que vem de além da Terra.
Até hoje existia uma região do planeta onde havia éter sem carma que era, principalmente, o Pólo Norte, região onde não tinha havido a defracção da dualidade tão potente como no resto do planeta. Não chega, então Eles estão a trazer éter virgem do cosmos  para as auras de resgate. Significa que a tradução da luz, da visão, da inspiração em força, em obra, nessas regiões tem tendência a ser extremamente pura, com um mínimo de distorção.
Auras de resgate significa que o cosmos vai penetrar na Terra porque para que a mónada desça, eu preciso de subir. O planeta precisa deste ser, um Percifal capaz de trazer a força até ao cálice e aguardar a descida da pomba. Não há cura no emocional fora disto. A cura do emocional é reencontrar a função para a qual foi criado. A cura do mental é a mente submeter-se ao intuitivo e saber qual é o lugar dela na criação e se temos fenómenos de psicose e esquizofrenia, não é numa vida que se fazem estes fenómenos, é preciso muitas vidas descompassadas da chuva intuitiva, ignorando esta frescura, esta energia de nutrição que vem de cima para eu poder ter os meus pólos mentais desencontrados e começar a ter processos de psicose.
Quando se fala em função pirâmide, fala-se numa codificação e numa matrix etérica capaz de traduzir luz em força.
Qualquer ser lúcido, alinhado, senta-se debaixo de uma árvore e contacta o plano, a parte que os Mestres têm para ele, o problema é traduzir este contacto na manifestação do novo planeta. 90% dos seres chamados já têm clareza do que é, mas a tradução disso para baixo ao longo dos planos da forma, que isso se transforme em factos, não está a acontecer porque nós estamos a lidar com éter contaminado, enfraquecido por antenas lá dos “outros” e essa força chega lá e pára. Então nós temos o plano retido no mental superior.
As auras de resgate são regiões onde Eles mudaram as leis e introduziram um tradutor da energia divina em força e estão começando a construir. Uma das palavras essenciais da auras de resgate é construção.
Então nós vamos ter destruição no exterior e construção no interior das auras de resgate e é por este processo de comutação gradual que a velha civilização de superfície desencarna e a nova civilização encarna. É por eco-sistemas ocultos porque o que está por detrás duma civilização são leis ocultas e Eles estão a desactivar as leis que mantinham a velha civilização a funcionar. Isto obriga a que a zona intermédia está a deixar de ter suporte, inclusive electromagnético.
As auras de resgate são centenas, a Nova Zelândia é toda ela uma aura de resgate. Há zonas bastante estritas 5 a 6 m2  e zonas bastante vastas. A principal aura de resgate na Terra fica entre o Altai e a Sibéria, que é uma região imensa onde Michael e Jesus fizeram descer os seus raios principais. Isto é, um arcanjo contém raios principais e raios secundários, tem campos de força que actuam directamente sobre as coisas e campos não tão intensos. Na Rússia é onde a energia de Michael é mais intensa e aí é uma aura de resgate que contém montanhas e cordilheiras que já está totalmente purificada, primeiro pela sua inacessibilidade, depois porque o processo tem sido mantido extremamente secreto e apenas alguns grupos herdeiros do melhor da teosofia e da Agni Yoga, que se têm deslocado para lá para activar, a nível humano, o trabalho das auras de resgate. Essa grande plataforma está destinada a receber seres que vão fazer contacto com a nova Terra mas não mais com o corpo físico. Quando de repente desaparecem alguns milhares de seres, “no problem”, existem campos imensos preparados para receber contingentes que fazem desencarnação em massa e um deles é essa região nas planos subtis da Sibéria que apanha o Altai e parte da Ásia Central.
À medida que consumimos menos sal e mais água mineral começamos a ter mais sílica no sangue.
Para que eu possa lidar com os planos concretos (o meu sangue, o meu sistema nervoso, uma compreensão alquímica do corpo e das emoções) correctamente, eu tenho que estar completamente polarizado no meu ser interno. Para cada dez minutos de compreensão  das novas leis do corpo físico vamos precisar de trabalhar horas no nível da oração, senão caímos no nível dos terapeutas alternativos. Isto é uma lei de equilíbrio na circulação de energia num ambiente de aprofundamento.
Purificação significa largar toda a bagagem que ofende o campo da alma. Tudo o que em mim não confirma a vibração da minha alma deve ser posto em questão. Purificação significa reproduzir, no nível do ser, o mais possível, a vibração da minha alma.
Nós estamos de tal modo submetidos à coisa velha que a minha alma e o meu ser interno tocam-nos intermitentemente. A experiência do místico contemporâneo é de um toque em 98 e depois outro em 99, depois uma coisa linda no Verão e outra novamente no Inverno. Não há contacto profundo com a nossa realidade essencial, nós estamos completamente a dormir. Os nossos corpos fecham a descida da alma.
Quando um processo de cura e purificação é vivido colectivamente, cada acto positivo feito por um dos teus irmãos circula por toda a aura e favorece o teu próximo acto positivo. Gera-se um dínamo de desligamento de forças ancestrais, Nós precisamos de nos deslocar do campo colectivo que diminui o poder de transpiração/luz do meu ser. Façam-no sem qualquer medo porque tu estás a ser transladado de um velho para um novo vaso, porque o vaso está pronto, Morya, Seraphis, Maria, trataram disso. Vamos nos próximos tempos desenraizar amorosamente a nossa relação com o pior da aura colectiva e os Irmãos estão-nos a preparar e vão retirando gradualmente a planta do velho vaso e daqui a seis meses vocês vão ter uma experiência estranha que é a de não estarem identificados, de todo, com a actual civilização, ainda que haja ramificações cármicas, entrega-as porque isso é um problema dEles lá em cima. É para largar o vinho e substituí-lo por água mineral, porque enquanto estivermos ingerindo substâncias que desaceleram a nossa vibração, não adianta. Um dos pontos essenciais do contacto com uma aura de resgate é a coerência. Eu preciso de me tornar uno para que haja uma mesma vibração ao longo dos 7 corpos. Os vossos próximos vasos estão dentro das auras de resgate. Porque é que o teu ser interno não permanece? Porque há vibrações em nós que o repelem, grande parte delas vêm do colectivo. Há seres que fazem transformação colectiva, passam o tempo a achar-se péssimos porque o planeta está péssimo. Quando um ser vem para fazer transmutação colectiva é para se sentir péssimo e é para estar encantado, tranquilo, sereno, em paz enquanto está tranquilamente péssimo, porque tu tens vastos recursos de consciência para dentro. Este nível de lucidez está disponível. Todos os seres de Peixes, os ligados à energia de Virgem, com tendências somáticas, os ligados a Gaya (massa inteligente da Terra) eles não têm que se sentir bem, é mesmo para se sentir mal.
O novo código genético já está a ser implantado e nós observamos que muitas crianças já o manifestam, mas, nas auras de resgate atinge qualquer adulto e é provável que nas auras de resgate observemos um atenuar profundo das funções dos chacras inferiores, isto é, da necessidade de estar constantemente ligada à energia telúrica da Terra. O atenuar dessa função diafragmática significa que também elas são preparadas para canalizar força vinda do teu ser interno. A região que nos prendiam à antiga civilização é toda reciclada, limpa, purificada, e se for preciso fazer lavagens intestinais, fazem-se, se for preciso dormir ao ar livre, dorme-se, e isto já é um nível bem avançado de purificação, faz-se entre Julho e Agosto depois de um jejum. Acontece que à noite o resto da humanidade está a dormir, portanto, milhões de rádios todos a processar medo estão desligados, por isso é que a noite pode ser uma forma de contacto muito afinado porque a aura colectiva fica mais transparente à luz pura e quando um núcleo faz um trabalho de vigília, enquanto os milhões de rádios que processam a paranóia colectiva estão desligados, tu ofereces-te para funcionar como ancoradouro de uma energia superior.
Um ser em vigília é como que um tubo de luz cristalino através do qual a energia pode descer sem ter que ser seccionada, danificada, contaminada por pensamentos colectivos. É para fazer um trabalho combinado, rítmico em que todos simultaneamente verifiquem certos pontos e quando um ser tem o 1º Raio disponível - e o 1º Raio é quando a mónada diz: “ou vai ou racha”. Uma mónada de 2º Raio já é uma coisa do género: “bem, sabes, ou vai ou racha, sabes e olha que racha mesmo”. Com as mónadas de 3º Raio é mais: “é melhor ir, porque senão pode rachar e eu vou-te explicar porquê”. Uma mónada de 3º Raio lida com informação/luz, com conhecimento. Não substimem o poder de repulsão da mónada uma vez activada, tem o poder de manter à distância forças involutivas, é o oposto de amuleto que é quando eu não sei nada da minha mónada. Os seres com energia de 1º Raio vêem o caminho e não o problema. Ele vai e não se preocupa minimamente com quem fica, então, a progressão dele é mais rápida, ele estabiliza um nível superior de energia de uma forma muito intensa e rápida, só que quando chega ao alto da montanha olha para trás e deixou imensas feridas pelo caminho.
O 2º Raio é bastante mais lento, ele vai lentamente e o problema dele é que ele vai desde que vão todos, enquanto que o problema do 1º Raio tende a transformar-se num Ayatola (ortodoxia ofensiva) o problema do 2º Raio é que nunca mais lá chega porque ele acha que vem para salvar toda a gente e vai-se transformando, no cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo, e quanto mais cordeiro mais pecado, e é imolado! porque o 2º Raio absorve as forças involutivas, não tem a mínima noção de defesa nem de campo vibratório, e chega e diz: “eu vou para Shambala, quem quer vir?” e o que acontece é que ele é crucificado e o grave é que ele gosta! E como é que se educa um 2º Raio? Uma das grandes ilusões deste ser é o messianismo. A qualidade dele é que cada degrau que ele sobe ele faz uma acopulação pedagógica com os outros.
O 1º Raio é da liderança, o 2º é da instrução.
À medida que um ser de 2º Raio se desloca para o topo da montanha, que demora 100 vezes mais tempo  que o 1º Raio, ele deixa uma instrução preparada, enquanto que o 1º Raio chega lá acima com silvas nas orelhas e todo esfolado e diz: “Pai, cheguei” “De facto és rápido, mas tens de voltar lá abaixo a concertar tudo o que danificas-te enquanto subis-te”. O 2º Raio nunca mais lá chega mas entretanto vai construindo uma escada, cuidadosa, amorosa, na qual todos os seus irmãos e seres que pertencem à rede cármica dele podem subir. É um ser que precisa partilhar o que está a fazer.
Quando num trabalho autêntico o ser está convencido que o resto do planeta está a dormir e que anda toda a gente a pastar, isso é o 1º Raio a dizer: “este trabalho autêntico soube-me a pouco preciso duma coisa mais forte” e andamos nesta dialéctica, todos nós temos 1º e 2º Raio.
Se eu não tenho 1º Raio para deixar de comer um alimento (carne) e percebo dentro de mim que é para deixar mas se há 2, 3 ou 4 seres com 1º Raio na aura, quando eles dão o passo, a vibração comum sobe, eles elevam a vibração do conjunto, depois os 2º Raios adaptam, explicam, criam uma teoria em torno do assunto.
Os Irmãos consideram que o que era possível fazer individualmente, a nível de remoção de forças antigas da zona subdiafragmática, está feito, a maior parte do esforço individual foi feito em vidas anteriores, nesta encarnação nós estamos aprendendo a trabalhar com ambientes colectivos, tanto assim que, o foco dos Irmãos não é tanto os Mestres ascensos mas as civilizações internas da Terra, isto é o que significa a passagem da instrução de Peixes (Mestre ascenso e o discípulo cá em baixo em devoção) para a energia de Aquário (em que é comunicada a grupos a existência de outros grupos – civilização interna com a qual ele entra em fase).
Nós entrámos numa fase de aceleramento vibratório, de edificação do grau/luz e isto é feito colectivamente.
Ao beber um copo de água mineral eu devo ter a consciência de que estou a introduzir sílica e a eliminar sal do meu corpo e com consciência da construção. Se eu tenho tendência para construção criativa, então eu estou a beber um copo de luz, a diferença é que eu estou coligado com os meus irmãos de caminho. Deixar de fumar tem um significado muito mais profundo que simplesmente desencarnar e tu já estás a bater noutro nível do inconsciente, tu estás a dizer: “se eu deixar de fumar eu passo a ser um suporte/luz e os meus irmãos necessitam desse suporte, sem outras motivações.
Se todas as pessoas dessa aura colectiva estão vivendo o mesmo processo de purificação, tu vais receber força. Seraphis está-nos tentando comunicar que é disponível, através do campo colectivo destes ambientes, a força que se traduz em vontade e serenidade.
O teu corpo físico não se regenera porque tu não te regeneras, porque o corpo é uma tradução directa do espírito. Renasce dentro de ti para com isso criares um campo que expulsa qualquer miasma, mas este renascimento essencial não pode ser adiado.
Quando fazemos purificação estamos a sacudir raízes e à medida que vamos mudando a alimentação, drogas, hábitos compulsivos, etc., vamos perdendo o contacto com a aura colectiva. A meio do processo passas a estar em contacto com a aura das grandes árvores, das montanhas, do campo e quando chegarmos a uma fase em que podemos estar 2, 3 dias só com sumos ou saladas de frutas pudemos fazer a experiência do sono ao ar livre em que tu estás fora do cubo e pode ser a forma em que os Irmãos, finalmente, retirem tudo o que ainda resta de miasmas que vêm da actual civilização, da Atlântida e finalmente da Lemúria onde está fortemente enraizado o medo que é o último condicionamento a ser extraído porque o medo tem uma função útil, mas a partir dum certo ponto, ele já não está a fazer mais nada no teu corpo vibratório.
O êxtase precisa de descer, e justamente o medo é a última vibração a ser conquistada. À medida que vamos usando bem o tempo e o espaço, a energia monetária, o rancor, o ciúme, toda a onda velha começa a ser retirada colectivamente.
Este processo de purificação é feito dentro da aura de uma hierarquia (Seraphis Bay) cuja energia é branco cristalino e o símbolo é a estrela de David ou a flor de lis.
Vamos também rever a nossa oralidade, porque o chacra da laringe desalinhado corta o contacto com os planos internos. Sempre que uma palavra não está contida de consciência espiritual está contida de consciência desleixo. Falar é uma forma de cuspir pedaços de elementais do plexo solar ou uma forma de irradiar a energia do ser interno. Tu sabes que um ser tem o emocional purificado porque a oralidade dele é estável, própria, limpa e jamais é ofensiva.
O ser deve ser claro na sua distanciação se for preciso passar uma energia bem forte de não identificação, mas ao mesmo tempo não ser ofensivo. O 1º Raio pode ser extremamente destrutivo e nunca é ofensivo, ele secciona sem ferir , separa sem cortar.
Há um vácuo cármico em nós onde as energias involutivas não penetram que é em torno do coração e o ponto que nos coliga às auras de resgate é nas costas entre as omoplatas.

 

21 de Setembro

Para que eu possa entrar na lei da purificação eu necessito de a compreender como uma oferta, uma consagração dos corpos ao centro do ser. Antes de trabalhar a purificação começo por trabalhar a alegria da oferta e é porque eu faço esse trabalho que posso entrar no ciclo de purificação sem estar em tenção, sem ser vítima de perfeccionismo e sem entrar num processo de conflito dentro de mim. Este ser que se auto convoca, que tecnicamente é um iniciado, necessita de trabalhar a consciência de oferta.
O centro do ser, num certo sentido, é prisioneiro do teu livre arbítrio que é a chave da acção da descida da mónada e este ser que se auto mobilizou para se transformar, para de despir, auto revelar, para se deslumbrar e ao mesmo tempo crucificar na verdade central de si mesmo, necessita de começar por um aprofundamento da oferta.
O ponto básico sem o qual não há dinamismo espiritual é o de eu compreender este mistério da oferta de si ao eixo central e preciso decidir, e esta decisão (os votos) é actualizada periodicamente. Isto é muito específico para os curadores e para os seres que fazem transmutação. Necessitam de encontrar o seu meio de renovação, eles não são apenas responsáveis pela cura do mundo mas, muito especialmente, por estabelecer o equilíbrio vibratório. Vocês têm de encontrar a forma como se renovam, como recebem energia superior, ninguém tem baterias de longa duração e porque elas são de curta duração necessitam de assiduidade no ritual de contacto. Este ritual de suspensão da mente comum, de união com o ser puro, não contaminado, é indispensável. Hoje não há equilíbrio fora desta fonte, mesmo os teus amigos, companheiros de caminho, mesmo o ser mais íntimo, em última análise, será vampirizado pela tua indisciplina, ou seja, a amizade, a união e a fraternidade espiritual não garantem o trabalho nem o contacto, nem o abastecimento energético porque na dor, no vazio, na interrogação, 80% das pessoas recorre ao amigo espiritual e apenas 20% sabe parar e entregar o seu estado ao supremo que é outro trabalho.
Este ser necessita de criar ciclos cada vez mais legíveis, mais compreensíveis e união de oração. Respeitem a vossa economia energética, não se dêem sem saberem acumular e captar energia. Cuidado com  o messianismo que nos leva a abrir os braços para o mundo e recebê-lo no seu sacrário. Messianismo sim, agora a doença começa quando o ser não tem consciência da sua economia energética. Quando o ser assume um vector de serviço que não lhe corresponde, quando entra em contacto com escalas de transmutação que não são ainda as dele, quando ele força esse contacto e quando se fala de respeitar a economia energética, significa que, para cada energia que tu emites necessitas conhecer como é que te ligas à central e como passar, transpirar, irradiar energia. É a única forma de anular os sentimentos de culpa que as pessoas têm, com trabalho psicanalítico compreende-se o mecanismo de culpa, com trabalho de grupo podemos perceber que os outros também têm os seus processos de culpa, mas só com transmissão de energia pura, de energia hierárquica só com transmissão real desta energia é que eu me liberto de culpa, desta auto contemplação narcísica da culpa. É dando que eu sou curado porque ao mesmo tempo que dás tu necessitas de ter uma verdade oculta construída de forma a que tu recebas na proporção em que dás. Mas existe uma lei que diz: “é dando que recebemos” automaticamente, sim, mas essa lei corresponde apenas ao ser que conhece a sua economia energética, a duração das suas pilhas.
A purificação tem que atingir, inclusive, as nossas boas intenções. Não adianta pôr velas à varanda para transmutar situações planetárias, esse não é o trabalho, só conta como boa intenção, o trabalho é: Quanto mais ruptura, mais quieto, lúcido, sereno, tranquilo, saturado de fé, na paz, sem comentários intermináveis contendo e transmitindo energia. Serenidade imaculada do centro do Lótus é por aqui que a onda colectiva é equilibrada.
Quando se entra num trabalho de purificação necessitamos trabalhar a consciência da oferta, então eu preciso de tomar a decisão de, se eu me estou oferecendo aos níveis superiores do Universo ou se estou ainda resolvendo o meu caso.
Primeiro preciso trabalhar profundamente a alegria de eu me estar a transformar num ser consagrado, se há ou não um chamamento e uma autorização profunda para assumir a consagração do físico, do sentimento, da mente, da voz, do gesto, do vestuário, do tempo, da energia monetária, do sexo, da arte, da família, eu tenho ou não isto no meu caminho. Isto é o ponto porque aquilo a que poderíamos chamar uma emergência da personalidade espiritual (isto é um paradoxo) só é possível após o portal da consagração e este portal é atravessado na paz, na horizontalidade sagrada que eu tento perceber se, no centro do meu ser alguma verdade maior está ou não a abrir uma porta.
Este trabalho de focagem, de amor para os níveis profundos do teu ser, de descoberta do chamado para a consagração e a resposta consciente de um sim necessita ter raízes numa inteligência espiritual clara. O supremo não me chamaria se estivesse fora do meu alcance a consagração.
Transmutação significa tu teres o cristal da tua consciência tão saturado de luz pura que uma força involutiva, que é um composto de forças mal conseguidas, é endereçado aos seus reservatórios originais. Uma força involutiva contem elementos Terra, Água, Ar, Fogo e Éter combinados de uma forma desarmoniosa. Quando essa força entra em contacto com a pilha da tua lucidez espiritual, ela é decomposta e os compostos uma vez dissolvidos, vai uma parte, energia Terra para o reservatório de energia Terra planetária e é assim igual com todos os outros elementos e vão purificados, porque não há transmutação sem resolução.
O que está no centro do 5 não tem nada a ver com nenhum dos 5, ele está no centro do pentagrama, a estrela de cinco pontas está geométrica, nenhuma ponta é mais forte do que as outras, donde que,  quando chegam essas estrelas todas desenhadas de uma forma assimétrica, ao entrar em contacto com a perfeita simetria da tua consciência, elas dissipam-se e são endereçadas para os seus reservatórios. E isto está sendo dito porque o trabalho de purificação é o de endereçar forças para os seus reservatórios originais e reaprender a inocência profunda do nosso ser. Estamos fazendo uma pedagogia da inocência. Os corpos do servidor estão sendo calibrados da aura colectiva da antiga civilização e sendo transladados do velho para o novo vaso e nós só temos que deixar que as mãos da Mãe divina executem esse trabalho.
O velho é desactivado, por isso purificação conduz a libertação e uma maturidade existencial sólida deve emergir. Maturidade sólida consiste em saber sorrir, serenar, porque na ausência de quietude nada é possível e a serenidade nasce de uma profunda consciência da oferta. De que adianta chamar serviço a tudo o que eu faço na vida, se a única coisa que é a oferta serena, consciente, inteligente e obviamente mística, se esta oferta não acontece, eu vou para a aventura espiritual com esforço, para sofrer episódios de desgaste. Eles estão chamando a atenção para que eu renove a oferta de mim mas que eu a compreenda no nível mais profundo que eu puder perceber.
O fogo em ti é o institnto para Deus, é o instinto essencial que toda a criatura tem para se unir ao seu criador. A consagração é feita por instinto do Divino. Claro que isto se reflecte no intuitivo, nos níveis de percepção supra mental, mas os nossos corpos precisam dum centro e o instinto de Deus é quando a força de união com o Pai se manifesta no mental, no emocional, no físico, no inconsciente.
Este ofertar-me é para o fim da dor em mim. Toda a dor é o resultado da ruptura  entre dois núcleos em nós: a mónada e a personalidade. Mesmo as dores que são produzidas por factores exógenos, existenciais, é um recado dos níveis superiores do nosso ser de que há uma união mais profunda que não está a ser feita. Para que eu chegue à oferta eu tenho que assumir a minha dor. Como é que um ser que foi criado para o êxtase pode viver neste planeta? É este o nível que nós temos que compreender a dor. Nós fomos criados para o contacto com o grande sim universal, o conduto de contacto com este centro universal é o sim do Pai, é o gozo da criação. Nós somos criados como árvores energéticas com as suas ramagens, os frutos e as raízes para a ceia deste êxtase.
Esta dor é preciso tirá-la do nível banal: “sofro porque o meu companheiro não me entende”. Tu não sofres porque ele não te entende, tu sofres porque se ele te entendesse entendia-se com a parte de ti que ainda não se entende a si própria, então era um entendimento entre duas ignorâncias que dura poucos anos, depois vem um novo desentendimento. Enquanto a harmonia for feita com base em: “o meu companheiro não me entende” tem prazo de validade.
A dor real é a consciência de que eu não estou vivendo a experiência para a qual fui criado. Existem irmãos teus que estão em órbita ou em estrelas distantes e não podem continuar o caminho porque tu estás na Terra.
Aquilo a que se chama um grupo monádico é uma rede de mónadas que têm como voto a evolução sincronizada, porque vocês pertencem a entidades cósmicas que ainda não emergiram. Do teu grupo monádico há algumas dezenas que já se guindaram à orla onde podem receber a chuva de luz que vem dessa entidade potencial (Logos, avatares, vértices, núcleos galácticos). Tu és uma semente colocada aqui em baixo que está em desdobramento até adquirir escala para se poder integrar a entidades potenciais para além do véu universal e que vão emergindo e adquirindo potência e realidade à medida que as mónadas se vão integrando. E tu tens irmãos de caminhada no cosmos superior que se libertaram completamente da evolução terrestre. Eles têm fios de luz directamente para a tua medula oblongata, para o córtex, para o bolbo raquidiano, então tu tens uma família de luz pairando no cosmos superior e nós precisamos encontrar esse ponto vibratório no qual, quando tu vais para uma colina à noite em vez de observares a Alfa Centauros, Orion, Cassiopeia, tu abres bem o teu coração para as estrelas e aquilo é a tua casa! O planeta Terra é o ponto de partida, é o início, é para deixar para trás e nós estamos aqui ganhando velocidade de escape. A tua verdadeira família está disseminada pelo cosmos.
Estes campos de frequência à nossa volta precisam de começar a ganhar energia piramidal de ligação ao cosmos, de forma que eu comece a ser um telepata da minha família cósmica, de forma que eu me lembre do que eu assumi ao nascer, de forma que eu possa começar a minha tarefa.
Os Irmãos estão energizando em nós a consciência cósmica, a certeza de que eu sou um prolongamento nesta dimensão duma entidade cósmica.
A oferta de mim é como um lápis, tem de ser afiada regularmente. E esta oferta cada um é que sabe os seus votos, como são, qual é o seu lugar de poder, qual a sua forma de contacto, como é que se activa espiritualmente, cada um tem de encontrar dentro de si esta urgência.
Quando temos a oferta trabalhada, aprofundada, a purificação é um perfeito deslizar sobre uma superfície polida
O governo secreto decide que tipo de jovem é que vamos ter nos próximos 20 anos, como é que ele vai ser contaminado, que tipo de droga, de som, é tudo estudado e têm programa para a geração com 18 anos, com 14 anos, com 6 anos e eles são completamente contaminados pela vibração de controlo. Eles ainda mal acordaram para uma consciência de direcção do fogo e já estão com uma série de E330 a nível psíquico e é tudo estudado. O jovem é controlado e dinamizado como um animal num curral que tem que dar leite, lã e carne e enquanto eles tiverem os índices de medo altos, têm a garantia de que o rebanho não sai do curral e a grande parte dos medos colectivos emerge dos mass média que são o porta voz, não assumido, do governo secreto. À medida que vamos tomando consciência que para além de certas organizações, e da inteligência de certos países, tem outras ultra secretas que estão em contacto umas com as outras e o que parece uma coisa à superfície está tudo a ser controlado pelo mesmo painel, à medida que vamos deixando de ser ingénuos, começamos a perceber porque é que está a haver um chamado para que este indivíduo comece a deslocar-se da aura colectiva para a lucidez, que implica eu estar lúcido, concentrado no facto de eu ser uma emanação do Pai. Isto produz um diferencial energético e nós não tomamos o pequeno almoço a dizer que somos emanações do Pai, eu tomo o pequeno almoço tranquilo, ninguém tem que perceber nada, simplesmente a energia que está a passar não é da egrégora, não é do cubo, não é a energia que confirma o controlo.
Quando falamos em serenidade, contacto, fusão com o núcleo central do ser, isto implica o fim da reacção medrosa como uma forma de leitura das coisas, mas tu dizes: “mas as minhas células, o meu corpo e o meu emocional sentem medo”. Sim, mas quando se fala de purificação é disso que estamos a falar, é que na aura das naves laboratório existem índices de fogo cósmico que vêm de regiões que não têm nada a ver com dualidade. Como Eles estão a criar zonas onde a aura das naves laboratório é activa, esse fogo não contem dualidade, é uma 3ª energia.
Na era de Peixes falava-se essencialmente na união da devoção entre discípulo e Mestre, mas Ele só é Mestre porque fez contacto com os índices de força que não são individuais, vêm de níveis supra pessoais. Se pudesses entrar dentro do campo vibratório de Morya ías começar por contactá-lo completamente unido ao Cristo, mas se tu puseres de parte aquele Senhor com barbas, vais encontrar um vórtice azul e prata de amor e vontade, e à medida que tu penetras nesse vórtice vais parar a Orion, a Aldebaran, a Conselhos cósmicos. Morya já não é um Mestre assenso porque a partir dos anos 80 os mestres subiram ao nível de hierarquias, Eles despiram-se completamente das formas humanas, desligaram os protocolos psicológicos de contacto com os discípulos – nenhum Mestre se dirige a um discípulo neste momento, tirando raríssimas excepções – a linguagem dos Mestres, neste momento, é cósmica e vem para iniciar a nossa consciência grupal.
Não há terrestres nem extraterrestres é tudo luz, é tudo UM. Nós navegamos em luz e o teu corpo é luz aprisionado em gravidade e quando penetramos a energia de Morya começamos também a ser transfigurados por essa energia. Assim como o teu mestre da era de Peixes é uma expressão de estrelas distantes, a lógica dos mestres assensos está sendo comutada pela lógica das civilizações internas da Terra aos quais essas hierarquias pertencem e quando se fala em naves laboratório, falamos em veículos interdimensionais que têm controlo sobre o espaço, o tempo, o crescimento orgânico, sobre o ADN, sobre a circulação das forças em nós. Eles contêm N Mestres assensos. Uma nave laboratório tem um nível físico, tem um nível supra físico, tem um nível cósmico e tem um nível logóico, todas as naves laboratório de grandes dimensões têm um centro que está em ressonância com o Logos, elas são criadas no espaço directamente pelo poder mental da vontade de hierarquias cósmicas. Então dá para começar a pôr de parte os parafusos, as porcas e os painéis de metal porque esses naves mais altas, que correspondem a um programa de ascensão dos mundos, são também elas luz e no centro do teu ser existem realidades que desaguam nas naves laboratório ou nos mundos intraterrenos, donde que, hoje estamos a ser chamados para compreender a vibração desses mundos intraterrenos, a força civilizacional colectiva comum desses centros, dos quais os Mestres eram os embaixadores durante a era de Peixes.
Era de Aquário significa consciência grupal, civilização evoluindo sincronizadamente, e uma das mensagens essenciais hoje, é a transformação do medo. Quando perceberem que o medo é exactamente a vibração que confirma o mundo tridimensional, é o petróleo através do qual o governo secreto existe, e quando a humanidade controlar o seu medo o governo secreto deixa de ter superfície de contacto com a humanidade. Claro que há medos automáticos, mas isso é nos corpos, é um problema para as naves laboratório e para as sacerdotizas dos mundos internos. Confia completamente nestes seres. Eu preciso de aprender a confiar em Maria, que é a expressão hierárquica do maior centro iniciárico da Terra situados nos planos internos da Argentina – Hertz. Preciso confiar em Melchisedeque de Shambala, em Samana ou Samanda que é a expressão galáctica de Jesus, preciso confiar em Antuac que é uma das hierarquias responsáveis pela união do mundo de superfície com o mundo intraterreno, e preciso eliminar o medo através da confiança na hierarquia.
Decide-te, ou te estás unindo à aura de resgate e estás em gradual integração à hierarquia tornando-te tu próprio, no teu grau, hierarquia, ou tu estás a olhar para a hierarquia, no plano da humanidade e aí o medo emerge.
Tu sabes que  estás unido à hierarquia porque perante as situações mais estranhas, mais caóticas tu não consegues sentir medo nem a mínima agitação emocional.
O campo hierárquico repele a paranóia, ele é um gerador de civilizações.
A praia da Luz é uma das bocas principais onde naves interdimensionais fazem ligação  entre a massa terrestre e o oceano. Eles vêm do centro de Portugal onde está uma das bases principais, deslocam-se por um conduto interdimensional que liga a região de Fátima directamente ao Oceano Atlântico. O principal factor de Sintra é uma ruptura, uma descontinuidade espaço/temporal Essa distorção tanto pode favorecer processos de retrocesso como de aceleração, depende do alinhamento e do trabalho interior de cada ser.
Nestas regiões de contacto existe uma aceleração do que está latente, são regiões de tensão. Então, as vossas sementes dármicas e cármicas, assim como os veículos cósmicos, são acelerados nas zonas de contacto.
Sintra contem uma distorção de espaço tempo ligado à Atlântida e a principal base, em Sintra, é submarina. Existem câmaras que eram conhecidas dos rosacrucianos, que fazem ligação com condutos electromagnéticos que vão dar directamente às bases. Um conduto electromagnético é um campo de vibração onde tu mudas de contínuo sem deixares de ter percepção física de ti mesmo, a relação sujeito/objecto não é alterada, simplesmente as relações de massa e gravidade são comutadas por gravidades paralelas porque há várias gravidades no Universo.
Uma gravidade “índice 1” faz com que um indivíduo “índice 1” possa agarrar um objecto “índice 1” que é aquela que os físicos estudam, porque estão a usar aparelhos que estão no nível de gravidade “índice 1”, mas existem mais formas de aglutinar matéria.
Os mundos intraterrenos, as bases intraoceânicas usam outras realidades, é gravidade na mesma, isto é, garante certos comportamentos das periferias dos átomos, portanto forma matéria.
Um conduto electromagnético interdimensional é um túnel no qual, a partir do momento que tu penetras ali, tu começas por estar na gravidade terrestre e a partir dum certo momento sentes um enjoo, alguns clarões nos olhos e passaste para outra gravidade, já não estás mais visível na dimensão anterior, e assim, tu podes continuar a penetrar no túnel. A partir dum certo momento de penetração no túnel passas a entrar em contacto com a luz vrill. A energia vrill, que tem uma radiação azul turquesa muito intensa, é irradiada expontaneamente por certos minerais. Se eu estou na gravidade “índice 1” eu apenas vejo um cristal, mas se eu passei por uma comutação dimensional, eu entro em contacto com essa gravidade “índice 2” e posso perceber que aquele cristal está saturado de energia turquesa. Ao longo do túnel há um momento em que tu passas por essa comutação dimensional, os teus átomos sofrem uma alteração de giro e de ângulo, e tu saíste do nosso contínuo e penetras no contínuo intraterreno.
Os mundos intraterrenos estão na Terra mas não estão no espaço/tempo terrestre. A partir dum certo momento, no túnel, aquilo que era escuro começa a surgir como uma luz turquesa radiante, que é libertada pelos minerais de que o túnel e os condutos de acesso aos mundos intraterrenos estão construídos.
Não há forma de penetrar nesses reinos sem autorização e se tu a tiveste, vais ter um ser que te recebe, ele é o teu hospedeiro, acompanha-te durante toda a estadia, ele é especializado na cultura de superfície porque ele já cá esteve aprendendo como nós somos, como falamos, eles estiveram como seres que nós encontramos no dia a dia. Esse hospedeiro vai fazer a intercepção entre os dois campos psíquicos, o dele e o teu, é uma espécie de diplomata entre as duas civilizações. Se a estadia é permitida, tu foste até lá para que a libertação total dos últimos resquícios em relação à velha civilização de superfície sejam lavados. É mesmo profundo, porque eles já perceberam que o teu fusível aguenta comutações civilizacionais.
Dentro desses mundos vais entrar em contacto com aquilo que na superfície se traduz por vida monástica. Toda a vida monástica é uma tentativa, à superfície, de reconduzir a vibração intraterrena. Os mundos intraterrenos são, todos eles, mantidos em coesão por uma energia que, do nosso ponto de vista, chamamos monástica, e vais entrar em contacto com a energia vrill que tem um poder de construção, destruição, cura, transubstanciação, transporte, energização de veículos, imenso. Ela está directamente ligada a certos cristais e a certas camadas da consciência do Logos Planetário.
O Logos Planetário contem  uma camada de vibração vrill que, uma vez em contacto com os minerais, produz radioactividade.
Radioactividade é o poder vrill do Logos Planetário a atravessar o reino animal. Até as nossas plantas, muito especialmente as flores, estão a ter as suas pétalas saturadas de energia vrill e a cor das plantas vai começar a ficar cada vez mais eléctrica, porque uma parte do reino à superfície está a começar a ter acesso à membrana vrill do Logos Planetário. Vrill, obviamente, significa uma energia yang muito poderosa que transforma as coisas em função do poder do programa do planeta, tanto assim que, viril é uma transpiração, à superfície, dessa palavra intraterrena.
No mundo intraterreno vocês fazem contacto com S. Francisco de Assis, com Santa Clara, são todos intraterrenos, actualmente, e mantêm-se todos aglutinados por métodos e por formas de estar.
Existem 12 civilizações intraterrenas e várias estações intermédias.
Sintra é uma estação intermédia desse reino profundo chamado Lis. Lurdes é uma das estações de transpiração, à superfície, de Lis e sempre que vêem água associada à virgem e à cura, estão em presença da energia de Lis e da energia de cura vrill, ou seja, a água que cura é a relação entre vrill e esse elemento à superfície da Terra (água) e Lis tem esses centros de irradiação: um na Irlanda na Ilha de Baiona, outro em Lurdes, outro no Norte de África, outro no centro do País, Lis/Fátima (uma grande congregação de vida de oração que existe nos mundos intraterrenos ali – a manifestação católica é uma administração, provisória, do grande processo que está para se revelar naquela zona) e Sintra é uma adaptação da energia de Lis/Fátima nesta zona. Essa distorção espaço/temporal está relacionada com a Atlântida, mas a zona activa de Sintra encontra-se a alguns quilómetros ao largo da Praia das Maçãs, é toda aquela frente a uns quilómetros dentro no mar, é lá que está a base. Essa base, como todas as bases intra oceânicas, consiste em manter a vibração dos oceanos dentro do campo electromagnético do Logos Planetário. Elas são usinas de transformação da poluição que é despejada quotidianamente em grandes quantidades e têm funções ligadas ao futuro profundo da Terra, à era de Capricórnio.
Estas comutações de campos de gravidade podem ser danosas para o corpo e o emocional tal como se encontram, isto é, não é possível eu continuar a comer cadáveres e passar por experiências de comutação dimensional, mas como nós temos trabalhado a oferta, a transformação da alimentação vem na alegria, vem no ritmo de cada ser e não é possível manter os nossos veículos indisciplinados e aspirar ao acesso a esses mundos intraterrenos.
Nós precisamos começar a comer em nome da nova vibração da Terra, eu preciso “arrumar a minha casa” em nome da nova Terra, eu preciso encontrar as cores para a minha casa, preciso de a ritualizar despindo-a de tudo o que está a mais, porque 70% do que lá está dentro é lixo.
Vamos aprender a comer de acordo com a nova Terra, a vestir de uma forma que seja coligada com o meu ser interno, porque existe um vestir que transporta e um vestir que prende a tua energia (o mesmo para o despir). Existe uma forma de harmonizar a casa que vem do coração. Ouve o teu mental iluminado e tu vais ver claramente o que está a mais naquela casa e porque é que aquela coisa que está a mais é tão difícil de pôr de parte, porque é exactamente o fetiche de um estado de consciência que eu não supero. Tu, o teu vestuário, a tua casa, vão emagrecer, a tua oralidade vai-se alinhar. Tu não podes fazer uma purificação profunda no emocional e a casa continuar um espectáculo barroco, ou de desejo, ou de desleixo.
A vibração do 7º Raio precisa chegar ao canto da casa, conquistar o vestuário, a oralidade, a sexualidade, a forma como uso a energia monetária, tudo isto precisa entrar no eixo.
Personalidade espiritual é o que acontece depois do alinhamento. No alinhamento nós trazemos os corpos para o centro. A personalidade espiritual é o que acontece quando o divino começa a usar os teus corpos, isto é, tu estruturas um estar no mundo tangente, sensível, que é a tradução da tua vida espiritual. A vossa aspiração é tão forte! Que raio é que aquela casa tem a ver com aquela aspiração? Já viram a distância que existe entre as coisas? A tua casa é onde vives a maior parte do tempo, ela precisa encontrar a tradução da tua aspiração no mundo (7º Raio). Existe uma organização do espaço, um tipo de decoração de interiores, uma organização do tempo, uma utilização da energia monetária, uma utilização do afecto, tudo isto precisa receber a tua aspiração e ser transformado.
Nós precisamos olhar o espaço onde passamos tanto tempo e perceber que tipo de organização, de luz, de cor, é que nos corresponde, isto não significa que vou gastar 700 contos a renovar a minha casa, tu não precisas comprar nada, só precisas tirar o que está a mais e depois observa o que acontece no centro do teu ser. A casa vai ganhar espaço, simplicidade. Há uma lei de decoração de interiores que diz que cada objecto obscurece o outro, isto traduz-se em design por: + é –, isto é, um objecto de qualidade ao lado de outro de qualidade dividem a consciência, ou seja, se pões dois objectos de valor 100 ao lado um do outro passaram a ter cada um valor 50.
A reeducação do olhar, do estar, a educação do ser, cada um vai encontrar a sua. Isto é muito importante para fluidificar a energia à nossa volta, agora isto vai ser feito por expansão não por contracção.
Uma mente de tipo aquisitivo vê o mais como mais, é um estado muito primário de consciência. Uma mente qualitativa encontra onde ainda há energia nos objectos em casa. Eu entro em consciência profunda, olho para a minha casa, faço uma interiorização e vou ver 2 ou 3 objectos com luz e o resto é tudo cinzento e o que é “cinzento” vai fora. A energia precisa de geometria inteligente, de consciência para circular e há muitas áreas na nossa casa que  estão saturadas de inconsciência. Tudo o que orbita em torno do teu campo é um reflexo da tua consciência. A purificação é uma transformação da forma como estamos nesta dimensão, é uma reeducação existencial profunda. Eu preciso renovar totalmente a minha casa em nome daquele que desce. Estas casas precisam tornar-se um pouco mais simples, monásticas, lúcidas, isto é um discurso na direcção da síntese, donde que, a casa precisa começar a reflectir síntese, senão eu continuo compartimentado, a minha aspiração é uma chama ardente, a minha casa é um museu assim como a minha relação com o meu filho e a minha esposa e a aspiração fica retida no âmago e eu fico com peças de museu à minha volta.
Mexe, torna-te dinâmico nas coisas da 3ª dimensão, é preciso penetrar o núcleo onde as coisas se enraizaram e não querem mudar. Isto é real no que tu vestes, no que tu comes, na forma como amas, como educas o espaço e o tempo. Enquanto a minha vida for um pentagrama desalinhado em que  o elemento Terra (inércia), o elemento água (fascinação astral), o elemento ar (neurose mental), ou o elemento fogo (excitação espiritual) predominarem, enquanto estes cantos da estrela predominarem ela está assimétrica, a energia do centro do ser não pode descer às 3 dimensões.
O coração de Jesus é a verdadeira proposta de cura do plano astral. Devemos denunciar a violência que está por detrás de certos sentimentos e reacções. A forma mais rápida de curar o emocional é renunciar a todo o tipo de violência até mesmo a violência de querer ter ao nosso lado uma pessoa que já lá não deve estar.
Quantas vezes estas senhoras acham que: “eu estou com aquele ser porque ele sem mim perde-se” Inércia! Tu não és um semi deus, tu sabes lá se ele se perde ou se encontra a partir daquele momento! Isto é só um exemplo dos parasitas que baixam o nosso índice vibracional.
O acesso à aura de resgate onde tu te tornas progressivamente telepático em relação aos comandos extraterrestres, implica uma purificação profunda do uso das coisas, do ritual das coisas, da mente e das emoções.
Antigamente quando a mónada descia ao plexo solar o indivíduo ficava S. Francisco de Assis nos planos externos, hoje ninguém fica franciscano, trata-se de um outro nível de lucidez. Agora vê onde é que tu ficas sintético, onde é que tu perdes energia, protege o teu campo energético. Aumenta-se a energia libertando de tudo o que não corresponde nos planos externos.
A nossa sociedade produz milhares de indivíduos  que já não precisa, como: engenheiros, arquitectos, economistas, estatísticos, analistas, médicos. Estas eram as profissões necessárias no princípio do século em que não havia medicina, estradas, etc. A nossa sociedade não está a conseguir produzir o tipo de ser que ela precisa, tu nascestes para assumir o posto de curador de sociedades mas como é que eu vou curar uma sociedade se nem uma chávena eu vou conseguir deitar para o lixo? Se aquela chávena não vai para o lixo tu fazes parte da doença, não da cura.
A sociedade está a precisar de seres que tragam para o plexo solar a vibração do centro.

22 de Setembro

Estes seres com os quais estamos a aprender a inter agir, eles existem em esteiras energéticas muito subtis e elevadas e o trabalho deles consiste em sobrevoar-nos vibratoriamente e despertar e estimular o fogo que existe no nosso interior. A proximidade de uma entidade supra terrestre suspende, momentaneamente, a acção de leis psicológicas e ocultas que fazem parte da construção dos mundos evolutivos, mas quando um ser, cujo arco de consciência é de amplitude celeste, se aproxima de vocês trás com ele outras leis. O campo de vibração dele vem de regiões do universo, da consciência onde não existe pêndulo entre o espírito e a substância, onde a estabilidade entre o espírito e a substância é eterna. Isto implica que esses seres trazem com eles o terceiro pólo. Nós como entidade biológicas evoluindo na Terra e como seres psíquicos, temos esta contínua experiência de movimento pendular, de expansão e contracção das nossas qualidades, da nossa energia, dos nossos desejos, da nossa leitura das coisas e a nota mais evidente do fogo que anima a personalidade humana (fogo por fricção) é alternância, oscilação. Tanto assim que toda a cultura de superfície acontece por contraste, por oscilação, inclusive, o que a mente da superfície é, que, sem contraste, sem dualidade, não é possível a existência. Então as pessoas falam dos dois opostos yin/yang e esquecem sempre o círculo dentro do qual eles estão, ou seja, aquele símbolo do Tao contem 3 realidades yin, yang e o Tao e nós aqui temos experiências de yin e de yang, e raramente temos a experiência do Tao, do círculo dentro do qual o yin e o yang existem.
Estas entidades supra terrestres vêm de regiões do cosmos que existem perenemente em Tao, perenemente no ponto central do pêndulo, o ponto que não contem oscilação. Eles são espirais de libertação. Libertação é um facto que tem origem nas regiões edénicas do Universo, não evolutivas, e estes dínamos contêm as duas polaridades e uma terceira polaridade desconhecida da superfície da Terra, ao qual os rosacruzes chamavam a “paz profunda”.
A lei evolutiva dentro da qual nós estamos é uma lei de evolução por esforço, por concentração numa causa e, das escalas de harmonia (4º Raio) nós saímos da oscilação através da persistência em harmonizar esses opostos, isso é a evolução terrestre mas existem regiões do Universo onde o problema é outro, é outro nível de desafio.
Estes seres têm autorização de trazer até à orla da Terra e até às nossas auras, o terceiro polo.
Enquanto eu evoluo dentro da lei terrestre (oscilação, aplicação e harmonização progressiva dos nossos conflitos) eu evoluo psicologicamente e estou a criar escadas psíquicas e isto é essencial para todos nós, mas o que temos vindo gradualmente a assimilar como aura de resgate (poços de vibração superior) já contêm o 3º polo da manifestação universal – chaves transcendentes de relação entre o Pai, o Filho e a Mãe, a isto chamava-se na igreja católica “a acção da graça”.
Estes hiper lúcidos que nos sobrevoam vêm até à nossa aura para começar a introduzir essa 3ª vibração da qual a nossa mónada sabe tudo, mas a nossa alma muito pouco sabe.
A alma que se exprime através dum código “homo Sapien Sapiens” é um operador de dualidade, tenta constantemente encontrar o ponto de equilíbrio entre opostos.
Toda a estrutura narrativa, toda a apreciação diacrónica das coisas ao longo dum vector no tempo incluem polos, e portanto, incluem a necessária (do pondo de vista da evolução ascendente) perca de uma condição central ideal, a compreensão da perca, a nostalgia do ponto perdido e a quimera de retorno ao ponto perdido. A estrutura da evolução da consciência dum mundo tridimensional dentro da lei evolutiva terrestre é mais ou menos isto.
Esta estrutura cíclica de estar coligado com um polo, assistir ao desequilíbrio dos germes de oposição que existiam anulados dentro desse polo, a consciencialização da perca, da nostalgia do sagrado que acompanha todo o ciclo consciencial e de retorno ao centro faz parte do mundo da dualidade e isto não é o génesis, isto é tudo, desde que nos levantamos, todas as pequeninas operações são uma tentativa de ajuste entre uma realidade idealizada e a realidade manifesta e nós estamos constantemente em afinação e a dor é o que emerge quando o grau de dessintonia  entre a realidade manifesta e a realidade central é imenso.
Nós só podemos sentir dor psíquica porque temos uma memória indelével do ponto de equilíbrio em termos de consciência.
Este ciclo consciencial existe em todas as tradições do mundo. É sempre um processo de perca dum ponto de equilíbrio, uma aventura e um retorno a esse equilíbrio. Isto é o mundo da alma.
Dentro da aura de resgate isto não existe mais, aí nós entramos em contacto com o 3º polo, com a lei evolutiva superior (lei de atracção dos mundos, lei de revelação) e aí começamos a assistir à acção no fígado, no útero, no cérebro, na mente, no músculo cardíaco, no sistema nervoso, no fundo psíquico do nosso ser e na alma, começamos a assistir à acção dum 3º polo que, de uma forma não conflitiva, não pragmática, não empírica nos propõe a paz, que do ponto de vista gráfico, corresponde ao centro do ciclo consciencial.
Toda a aventura da consciência, quando ela se dirige ao mundo, é sempre um desdobramento de tipos de relação entre mim e o mundo que visam refinar-me até que eu readquira o máximo de sabedoria que corresponde outra vez à porta de reentrada no éter.
Então existe uma misteriosa relação entre a completa leitura do mundo e total inocência. Ciclo consciencial é tudo o que acontece quando tu sais dum ponto de equilíbrio e regressas a esse ponto de equilíbrio. Todo o conhecimento terrestre está baseado nesta percepção. Quando se fala no I-shing e no livro das mutações, está-se a falar das 64 alternâncias Yin/yang até voltar ao ponto inicial.
Quando começas a ser chamado para te integrares à aura de resgate, tens destacado para o teu campo dois serafins. Aquilo a que chamávamos o anjo da guarda é dispensado e o que te acompanha na formação de contacto com a aura de resgate são dois serafins que contêm códigos de comportamento luz que já não são os da superfície da Terra.
Estes serafins estão coligados directamente à central tractora desta região da galáxia e com aquilo a que podemos chamar “as estações intermédias” isto é, estações que fazem a adaptação do poder tractor do Pai à capacidade de resposta da consciência planetária.
Estes serafins contêm a vibração da hiper estabilidade cósmica, psíquica, eles  são seres de energia branco alabastrino e têm, ao se aproximarem do nosso campo electromagnético, acesso aos protocolos de ascensão para o teu ser dentro dos quais se encontram o teu binário de inversão magnética, o teu binário de purificação do inconsciente (a limpeza dos estábulos dos trabalhos de Hércules) a tua velocidade de integração monádica, o código hierárquico e o signo cósmico estelar ao qual tu pertences e o trabalho deles é começar a fazer descer, no teu ser, estas matrizes de ascensão.
Para que eu ascenda, reverta, impluda, para que eu possa reendereçar a totalidade dos nossos fogos e dos nossos campos, de novo, ao olho único, eu tenho o meu ritmo, já não é o ritmo dual mas o ritmo trenário – positivo/negativo/Orion.
Nós chamamos negativo, do ponto de vista do ciclo da consciência, ao momento em que esta baixa a sua frequência para assimilar uma nova percentagem do problema da matéria e chamamos positivo, do ponto de vista do ciclo evolutivo da consciência, quando esta se ergue para assimilar uma nova inspiração. Então nós temos um ciclo de evolução na consciência comparável a um 8, no qual, o circuito inferior corresponde a uma relação elegante, sóbria, com a substância e no qual o círculo superior corresponde à abertura da flor da consciência aos  níveis intuitivos para uma nova inspiração. Isto é o nosso processo diário, fazemos isto milhões de vezes por segundo. A consciência está constantemente entre os dois polos a uma velocidade tão alta que não nos apercebemos.
As auras de resgate e o campo que é introduzido pelos serafins e pelas naves não são da evolução terrestre, contêm um 3º polo que equivale, na nossa percepção temporal, à eternidade, ao ponto de repouso entre estas duas esferas.
Uma aura de resgate é um local onde a tua substância se encontra, através de leis cósmicas, muito rapidamente com a tua essência  e onde a tendência da matéria é de revelar a luz aprisionada, ou seja, o poder de resposta inerente à matéria (a engenharia de construção do átomo é essa – estruturalmente a matéria precisa de responder ao divino, faz parte do destino dela) esse destino da substância é revelado dentro das auras de resgate.
Os curadores cósmicos do tempo de Esculápio, Santa Catarina de Sena, S. Francisco de Assis, eles continham em si próprios auras que já tinham a chave celeste, (a chave que corresponde, não aos universos evolutivos mas aos universos em suspensão, que foram construídos perfeitos desde o início).
Como nós não temos uma mente angélica, nós não temos muito a ver, à partida, com esses universos suspensos mas a mónada tem.
Dentro de uma aura, onde a hierarquia está a implantar um novo planeta, uma nova civilização, uma construção que contém espírito, substância e o 3º polo universal que é bem interno, o que é que lhe vamos chamar? Se nós sempre chamámos espírito ao espírito e substância à substância, não temos um conceito suficientemente estável para comunicar este 3º pólo, sabe-se que os operadores desta 3ª realidade cósmica são os serafins, os Mestres ligados ao 4º Raio (e toda a escola egípcia estava profundamente consciente disto) e a aura das naves coligada com certas zonas geográficas da Terra.
A minha integração a estes serafins que me acompanham (e podem acompanhar um grupo ou um indivíduo) pauta-se por uma assimilação progressiva dessa paz para a qual não existe nenhum comentário.
Este candidato ao serviço cósmico necessita de se estabilizar, de se aquietar de se tornar a esse ponto de máxima observância das coisas sagradas e aí sorrir e deixar que esse 3º código se associe.
Quando falamos de aura de resgate não estamos a falar apenas de zonas geográficas, estamos a falar dum nível de frequência que tem tendência a aglutinar-se em zonas geográficas específicas. O nosso acesso a isso tem a ver com assimilação desse 3ª realidade, eu preciso de a conceber primeiro. Estamos aqui a partilhar o facto de que essa 3ª realidade não é nem espírito nem matéria. Ao conceber este outro polo eu torno a minha natureza tridimensional afim, espectante, aberta a esse orvalho dos serafins.
Inversão magnética, que é o que se sente ao entrar numa aura de resgate (o peso do corpo praticamente desaparece), Eles invertem a carga electromagnética dos nossos veículos e portanto, a resposta à força de gravidade, tal como ela se exprime na Terra, altera-se. Além desta leveza o pensamento cristalifica-se, tende para uma correcção, uma geometria e uma elegância na reflexão dos impulsos internos que não é terrestre. O teu pensamento tornou-se simples, exacto, penetrante e brilhante por si mesmo. Com a vibração desse 3º polo o pensamento deixa de estar submetido à massa do campo mental terrestre e assim encontra o seu som, a sua memória supra planetária.
A quantidade de alimento que se consome dentro desses campos é mínima, porque o que é activado são fixadores de prana directamente da atmosfera para a pineal com posterior distribuição da força directamente para as células. Então um indivíduo descobre que para se manter activo, forte, ágil, precisa de muito menos alimento. A outra percepção é que não existe propriamente planeta Terra.
Dentro da aura de resgate, principalmente quando as naves começam a aproximar-se de certas camadas atmosféricas, a aura de uma nave – todas as naves autorizadas estão sob o comando de Michael e de Jesus – contêm um organizador electromagnético que queima, alquimiza, transmuta a vibração terrestre. Estamos aqui a falar de vórtices de celestificação da Terra, é uma anulação da ideia que a Terra  e céu se opõem  ou até mesmo se complementam, é a solução dos polos, é uma coisa bem desconhecida.
O sintoma de fundo é uma paz que não tem nome, uma paz que funciona como um vácuo no centro do teu ser que aspira para dentro dele os pensamentos e as emoções e eles não voltam mais, fica apenas o pensamento útil, claro, inteligente, de cada operação a fazer em cada momento. Não existe o exagero constante de actividade mental em que o homem vive, porque ele está imerso numa aura que não lhe corresponde (aura das grandes cidades) onde existe tudo menos contacto.
Quando um destes veículos se aproxima, transmuta, queima psiquismo colectivo. Nós estamos a tentar pensar em Jesus  num campo vibratório em que toda a gente pensa no Benfica e isto faz perder energia. Tu estás a colocar uma vibração superior num campo telepático onde toda a gente está a fazer o seu arranjinho mágico.
O homem comum que vive de roldão, que vive para a esquerda quando sopra para a esquerda e vive para a direita quando sopra para a direita, do ponto de vista cósmico, é um pequeno mago negro e o ser que não vive levado pela maré é um terminal de energia hierárquica.
Numa aura de resgate temos actividade intensa desse polo que dissolve os grandes aglomerados psíquicos, que mantém a mente de superfície activa, então existe um clareamento profundo, por camadas, do nosso pensamento. A mente torna-se um perfeito executor de uma vontade profunda.
Com o emocional acontece a mesma coisa, ele é liberto dos mecanismos de compensação. Dá-se um apaziguamento do emocional, uma geometrização límpida do mental e o físico começa a ter a sua radiação ardente (shakti) disperta, isto significa que a saúde física sobe numa curva alucinante.
Magnetismo é a função cósmica de coesão. Os universos existem também porque existe um fundo de coesão, porque existe um elemento que mantém ligadas todas as coisas, este elemento é mesurável do ponto de vista da física contemporânea, mas a sua qualidade e as suas operações mais profundas não são conhecidas e quase sempre que se encontra uma degeneração num sistema, num órgão, quando estamos em presença duma doença, temos uma diminuição abrupta, naquela região, do magnetismo e uma ruptura do corpo etérico, o grau luz que devia sustentar aquele órgão desapareceu.
Para cada órgão que temos existe uma contraparte luminosa que é um fusível daquele órgão que se encontra no plano etérico e é a garantia do grau luz que sustem a operação metabolismo celular. Quando este fusível dispara, o órgão deixa de ter sustentação electromagnética (isto é bem conhecido da medicina tradicional chinesa) e começa a degenerar rapidamente. A aura de resgate é o oposto disto porque à medida que as naves vão fazendo o seu trabalho de limpeza e à medida que os corpos de luz das hierarquias, durante a noite, passam sobre a zona e vão queimando – um ser como Jesus se se manifesta, o impacto dele directamente na atmosfera vai produzir uma ionização do ar pelo impacto de radiação do campo vibratório destes seres. A ionização do ar produzida por uma hierarquia forma o corpo de luz daquela hierarquia dentro daquele veículo que é a atmosfera. Muitas vezes os nossos pilotos pensam que estão a ver um onvi mas podem ser perfeitamente 5 ou 6 avatares que foram dar um passeio sobre o Atlântico, como eles vieram muito próximo do campo físico etérico, ionizam a atmosfera à volta deles. São corpos de luz de grandes seres. As naves são outra coisa.
Enquanto estes corpos de luz e estes veículos vão fazendo o seu trabalho de limpeza, o trabalho do núcleo de contacto humano é começar a responder, a se alinhar, a se purificar, a se elevar até que ele possa fornecer uma tecitura formada pelos nossos veículos.
A vibração nesta sala é o denominador comum de todas as nossas vibrações individuais mais 3 ou 4 que não estão visíveis e que têm a paciência de nos aturar.
O núcleo de contacto deve prover um campo de união com a energia descendente dos serafins, das naves e das hierarquias, ele deve saber elevar a sua vibração e atingir a condição cristalina de uma molécula que assimila, fixa, compreende, ama, devolve, distribui luz, e o nossa trabalho de purificação e preparação para o contacto com essas auras é muito delicado porque eu necessito estar constantemente afinando a minha vibração. Esta qualidade do cristal puro é essencial para os núcleos, à escala planetária, que estão sendo chamados para descobrir as auras de resgate às quais estão coligados.
Quando se fala em inversão magnética, estamos a falar de uma reformulação de todo o nosso campo vibratório que nos liberta de uma frequência semelhante ao ferro e nos aproxima de uma frequência semelhante ao ouro que corresponde ao 3º polo.
À medida que vocês vão sendo integrados à aura de resgate, o vosso ser físico/etérico começa a reproduzir a frequência do ouro. A inversão magnética é o que te vai desligando da Terra enquanto prisão e te vai revelando a terra celeste e é aqui que eu entro em contacto com o mistério duma aura de resgate.
A impressão de que estamos na Terra fechados num anel não passa, dentro do qual só certas operações são possíveis, começa-se a romper. A impressão de que as estrelas, o cosmos, os irmãos do espaço, as hierarquias, os Conselhos, estão longe de nós, também se começa a dissipar e temos a impressão que  a mesma vibração que vinha das estrelas vem das pernas. Quando esse 3º polo actua, temos finalmente, apenas, o círculo, o ponto de convexão do círculo desaparece, pelo menos, durante as operações de estabilização do núcleo nesses níveis.
Na inversão magnética o canal dos sonhos é alargado. Os anéis de Saturno que temos em torno do cérebro contêm magnetismo terrestre. O sonho, se é um sonho inspirado – e daqui para a frente a humanidade vai passar a ter sonhos cada vez mais ligados à energia cósmica superior, não apenas os sonhos que são reflexões do quotidiano mas os que veiem dos planos da inspiração das mónadas.
Quando o ser retorna de dormir, assim que ele move a cabeça, a consciência é puxada e é fixada na árvore neurológica e portanto, fixada na consciência cerebral. Nesse momento a memória não teve tempo de fixar o sonho, donde que, uma das chaves básicas para eu me lembrar dos meus sonhos é não mover a cabeça bruscamente quando acordo. Trata-se de acordar de vagar e enquanto tenho os olhos abertos, sem mover a cabeça, esperar que o sonho seja fixado na memória cerebral, ele está na matéria mental mas se eu movo a cabeça de repente, há um deslocamento entre a matéria mental e a memória cerebral, a consciência fixada no cérebro e eu não consigo lembrar-me do sonho.
Numa aura de resgate, como o campo electromagnético em torno da cabeça, na sua frequência terra, está a começar a diminuir, a tendência para reter os sonhos é muito maior, ou seja, o poder dissipador do magnetismo da 3ª dimensão é muito menor.
Geralmente existem dois tipos de elementos dentro duma aura de resgate: água e pedra. A pedra, as montanhas, contêm magnetismo. Experimentem fazer um pouco de interiorização dentro da gruta de Mira d’Aire, há uma velocidade de interiorização e um afinamento da consciência segundo o vosso próprio ser, muito rápido, porque o magnetismo das pedras dissipa vibração humana não correcta, dissipa a mente colectiva doentia que produz uma desarrumação energética e as pedras cortam este campo de vibração degeneradora. Uma das coisas que pode estar associada às auras de resgate são grandes massas de pedra e grandes quantidades de água.
Para que eu possa viver um processo de inversão na genética tenho que aliviar o meu ser de uma excessiva focalização da energia abaixo do diafragma.
Observemos a experiência do Pentecostes em que as chamas de fogo desceram sobre os apóstolos. Estavam os apóstolos cheios de medo dentro duma casa ao perigo de serem apedrejados e, se eles tivessem de viver aquilo no ciclo consciencial normal, eles saíam e levavam mesmo com a pedra na cabeça, o que aconteceu é que o 3º polo actuou.
O iode (letra do abecedário hebraico) é a 1ª forma que o fogo divino ganha quando se aproxima do chacra da coroa. O kundalini, a força de base, sobe, vai abrindo os chacras até que a serpente se fixa na coroa. Aqui estamos a falar no oposto, é a descida da energia do Pai sobre a coroa e o iode é a forma que a energia do Pai ganha (é uma hélice) assim que se aproxima do chacra da coroa.
Todo o alfabeto hebraico é inspirado nas codificações do fogo divino quando se aproxima dos mundos criados e também do micro cosmos, do nosso corpo, são mutações e adaptações entre o 3º princípio, o Pai, e os universos evolutivos, por isso as línguas de fogo, o alfabeto de fogo – as caligrafias quando se aproximam do sagrado tendem a ganhar formas de fogo – o sanscrito, o tibetano, o hebraico – estes alfabetos ígneos são dispensações, revelações seráficas, alguns iluminados profetas, que teriam como função captar a revelação de base duma cultura. Todas as culturas tradicionais começam com uma revelação de base.
No Pentecostes esta codificação de fogo instalou-se sobre o chacra da coroa e anulou o diálogo entre o poder espiritual da alma e a capacidade medrosa adaptativa hesitante da personalidade.
O iode ao actuar sobre o chacra da coroa introduziu o 3º princípio e imediatamente eles foram fundidos numa mesma realidade central em ressonância com a vibração do Adão primordial. Então tens 12 medrosos dentro duma casa, o iode desce, e saem 12 adãos a bater palmas.
A aura de resgate é uma aplicação deste fogo em toda uma região geográfica e uma progressiva adaptação do núcleo de contacto a essa presença, a esse fogo.
Neste processo estamos sendo educados, a partir dos planos profundos, para adquirir uma precisão, um rigor, um amor, uma qualidade em todo o nosso ser como uma filigrana. Seres leves, fluidos, articulados e simultaneamente lúcidos que se aproximam das auras de resgate, isto é, os que vão fazer a fixação da energia, não os resgatados, estes são aos milhares, mas estamos a falar dos que activam as auras de resgate, os que completam o circuito.
Nós estamos a apelar para a consciência de refinamento vibratório.
Muitos projectos dos Irmãos têm sido cancelados por falta de servidores à altura do projecto, então Eles baixam o nível dos projectos e até mesmo esses têm sido cancelados por falta de servidores na vibração abaixo do projecto inicial e Eles vão baixando, vão baixando, até que chegam à “feira do oculto” e aí sim, está cheio de gente, esse projecto teve servidores.
Este ser necessita de amar uma condição de meticulosidade, esvaziamento, milimetria e precisão da consciência de si mesmo de forma que a luz que liberta, a graça, possa encontrar vasos vivos através dos quais viver entre os homens.
A lei diz: Quanto mais amplo, poderoso, for o caos à superfície da Terra, essa é a hora de Deus. Quanto mais inaceitável, incompreensível for a escala do caos, mais poderoso é o varrimento do Cristo sobre as consciências. Isto é uma lei dos mundos duais.
Quando eu me sinto esvaziado do chamamento para ser o pioneiro, eu deprimo-me, sinto-me abandonado pelo bem amado. A “coisa” é uma escola de paixão, está muito próxima dos Sufis, de Rumi, do melhor do misticismo islâmico. Eles diziam: “eu amo-te como a um vinho”. Eu preciso de amar esse novo ser e deixar-me embriagar pela verdade desse novo ser, está noutra dimensão, mas está mesmo aqui.
Neste momento as áreas de contacto com a Irmandade cósmica estão a entrar em activação acelerada e contingentes humanos estão a ser deslocados para essas zonas, é um processo oposto ao de um refugiado político. Assim como temos a vibração de desespero, desencontro, trauma cultural, social, ao nível dos nossos irmãos que estão a passar pelo processo de refugiado político, temos em paralelo este outro processo que são as migrações por magnetismo espiritual, por chamamento interno, e obviamente que a migração principal é interior, não precisam sair de casa e há outros que, darmicamente, vão ter que ir ao encontro dessas regiões.
A leveza, precisão, que se vai manifestando em ti à medida que vais sendo integrado a uma aura de resgate, a dispersão mental desaparece, passas a viver com a energia exacta para cada coisa. Essa economia revela integração ao campo de integração extraterrestre.
Esse 3º polo vem para reintroduzir o Éden, o equilíbrio das forças no planeta. Isto liberta um tipo de alegria que, tal como a paz profunda, não tem comentário, é como se tivesse ouro a percorrer as tuas veias.
O que é que eu posso fazer já? Já, eu posso ir amando mas ir tirando uma parte desse amor e pô-lo nesse novo ser, nesse bebé em mim. Então eu vou amando o meu esposo, os meus filhos, as plantas, mas assim que sinto essa frequência de amor eu preciso de ir drenando, preenchendo esse novo ser que há em mim com afecto. Eu preciso tornar-me devoto do ser em que me vou transformar. Portanto, há um trabalho de dar à luz e um trabalho de amar aquele que se vai dar à luz.
Esse germe já está procurando implantar-se, eu preciso de o ajudar a vir ao de cima.

28 de Setembro

A força da Confederação Intergaláctica neste planeta é colocada essencialmente no translado da nossa consciência, dos nossos veículos, dos nossos hábitos, da nossa vida subtil, dos seres que contêm amplitude e grau luz para fazer esse translado do campo da matriz de controle para a matriz Melchizedeque. É um trânsito entre duas matrizes, dois campos de sustentação da consciência. A consciência é um ponto de intercepção entre pólos.
A humanidade tem sido usada, diminuída, limitada por um campo que favorece um tipo de consciência. À medida que o servidor aprende a estar estável no seu campo de serviço, os Irmãos podem ampliar o percentual de luz que o teu ser irradia. Serviço é operar na descida da energia luminosa de que o planeta está profundamente carente.
À medida que o verdadeiro ser retoma o controlo da periferia da consciência e o bombardeamento de luz verdadeiramente se começa a desprender de ti para o meio ambiente, a nossa consciência começa a ser liberta das cangas que nos mantêm num determinado tipo de relação sujeito/objecto que torna o mundo mais sujeito ainda e nós próprios mais objectos.
A matriz de controlo é uma frequência que usa a hipófise e as glândulas para nos manter numa certa leitura da realidade.
O que os grandes seres estão fazendo em cooperação com anjos de amplitude continental, é desligar, dissolver mitos electromagnéticos, formas pensamento que mantinham a nossa consciência aprisionada.
A matriz de controlo, que tem pontos de apoio em Itália, México, Estados Unidos, Indochina, utiliza o plexo solar para injectar micro derrapagens na consciência de luz. Elas não podem ser demasiado fortes porque aí tu observavas que estavas a ser controlado, nem podem ser suficientemente subliminares porque podem não produzir efeito. Então, existe um grau que é o necessário para manter o homem na sonolência. É um ponto extremamente útil quando é necessário manter uma camada de sono a envolver o Logos Planetário.
É a partir do plexo solar que é feito o controlo. O medo, o poder e o desejo são as três grandes superstições básicas que constróem o mito acerca do que é que eu tenho que fazer a cada dia. Os Irmãos estão a desligar gradualmente (não pode ser demasiado rápido porque seria fatal e não pode ser tão lento quanto tem sido até à data) essa forma pensamento que controlava a humanidade e os agentes que favoreciam essa matriz de controlo estão a entrar também em entropia e nós vamos começar a sentir um profundo esvaziamento e desreferenciação no sentido em que, à medida que Eles desligam a matriz de controlo, enquanto a firmeza da consciência na rede Melchizedeque não acontece, tu ficas momentaneamente sem percepção da realidade, isto é, a realidade revela-se como um holograma cujo valor é inteiramente dependente de ti. As coisas deixam de ter um valor absoluto exterior, e tu és o atribuidor de luz em relação às coisas, a realidade à nossa volta é uma construção halográfica.
Toda a leitura que fazemos da realidade acontece porque estamos neurologicamente estabilizados num nível. Vocês estão a ver a minha imagem transportada para dentro das vossas telas neurológicas.
Se eu domino a matriz planetária que estabiliza o sistema nervoso de todos os seres nesse consenso, eu posso injectar qualquer informação para dentro da matriz e posso pôr povos inteiros em guerra. Esta questão de que nós vivemos sob hipnose é tão importante quanto isto, depende do controle que é feito sobre esse campo colectivo dentro do qual a humanidade toda se reconhece, vive e alimenta porque é um processo de dar e receber. A matriz é alimentada pela tua consciência e depois a matriz alimenta a tua consciência. É um processo de amor/ódio entre o prisioneiro e o carcereiro. Eles têm até 2008 para desactivar completamente a matriz de controle, isto significa que as pessoas vão começar a ter acesso à realidade sem que esse acesso passe pelo veículo colectivo planetário que foi programado pelas hierarquias caídas ligadas à rebelião de Lúcifer.
Tu vais olhar para um pinheiro e a última coisa que vem à tua consciência é a palavra pinheiro. A palavra pinheiro existe numa região do córtex onde é feita a associação entre objecto e vocabulário. À medida que começas a ser liberto da matriz de controlo, toda a atribuição de vocabulário fica liberta igualmente. Tu continuas a ter o poder de atribuir vocabulário, a ter o poder semântico de atribuir valores e significados abstractos às coisas à tua volta, simplesmente já não é mais importante. O que é mais importante na rede Melchizedeque é se tu te estás fundindo, experimentando, realizando no teu grau, a consciência do pinheiro, ou seja, Eles vão começar a desactivar toda a rede mental onde nós vivemos a maior parte do tempo.
Quando os suportes mentais começam a ser limpos – como prisão, não como campo de exploração – este ser tem dois caminhos: ou ele sobe e se estabiliza no plano intuitivo ou ele é traccionado para o plano das emoções à solta. O ponto mental intermédio no qual nos mantemos defendidos das forças universais positivas ou negativas está a ser removido. Não existe mais nenhuma segurança no plano mental. No princípio dos anos 90 deu-se a morte das ideologias. Da mesma forma que Eles desactivam certos tipos de espécies vegetais e animais, e desactivaram os campos morfogenéticos que mantinham as ideologias vivas, ficou aquilo em que, em termos espíritas, podemos chamar o cascão das ideologias, e o que se encontra hoje, nos partidos políticos, são, à superfície, cascões ideológicos, e à medida que se aproximam do núcleo, as mesmas lutas de poder.
A consciência plana em campos colectivos. Existem certos tipos de radiação electromagnética que anulam a memória das últimas 3 horas. A tua consciência depende, a este ponto, de sustentáculos invisíveis.
Os Irmãos estão começando a retirar películas da matriz de controle sucessivamente, invólucros que mantinham  grandes linhas de pensamento, grandes traves mestras do funcionamento da civilização. Este servidor está a começar a compreender que faz parte do contingente da humanidade a que se poderia chamar humanidade ponte que é um sector da humanidade que contém flexibilidade na consciência para assistir à desactivação de um campo de comportamento colectivo e simultaneamente ancorar em si um novo campo vibratório.
Nós não estamos a falar de uma ideia. Quando se insiste em Saint Germain como o senhor da liberdade, da nova era, isto é uma ideia, um processo de contemplar a tarefa de uma grande hierarquia. Mas o que estamos a tratar hoje não é a ideia, é o facto oculto, a lei por detrás da ideia. A ideia é de que, em qualquer momento, vão acontecer descontinuidades na realidade, isto é, no Km 14 estás na 3ª dimensão mas no Km 15 estás na 4ª dimensão, descontinuidades dimensionais como acontece nos Açores ou no Triângulo das Bermudas.
Essa descontinuidade acontece naquela zona porque Eles desactivam a matriz de controle e tornam disponível o campo de sustentação Melchizedeque.
Este servidor tem como próxima experiência, nos próximos anos, a percepção de alternância entre a matriz de controle e o campo de frequência Melchizedeque e tu vais notar, claramente, a hibridação da tua consciência. Tu vais ficar entre a matriz de controle e o campo Melchizedeque.
A diferença é que este híbrido já tem instrumentos de observação sobre o que lhe está a acontecer. Tu vais poder observar um período de indefinição em que já não és o burguês automático, alienado, e o estado de nobreza que reconhece a descida da força e este estado de nobreza contém poder de repulsão.
A matriz de controlo actua sobre o plexo solar, a rede Melchizedeque actua sobre a pineal – e é aí que se encontra a zona de máxima virulência da energia Melchizedeque. Isto é a síntese de yoga, de fisiologia, de ocultismo, de psicologia. Contacto extraterrestre. Neste momento não se fala mais de cada uma destas coisas. Quanto mais densificados estiverem os meus veículos mais o meu plexo solar funciona como uma ficha de ligação à matriz de controlo.
Estes grandes seres estão-nos educando na passagem de um condicionamento para um novo tipo de condicionamento – matriz Melchizedeque, simplesmente, o ser é condicionado pela óptica transcendente do supremo. Nós somos entidades múltiplas alinhadas segundo um telescópio interno e cada lente reflecte uma imagem. Tu está na Terra e no Céu simultaneamente e o Adão primordial retém a perfeita matriz do teu ser, inextinguível, insondável, inefável e isto lá em cima é transportado para dentro da biologia terrestre através das lentes que são as identidades do teu ser.
A matriz Melchizedeque aproxima as lentes, aproxima as múltiplas imagens e identidades da consciência da superfície e da biomassa, e do sangue, e dos neurónios e dos sentimentos. A matriz Melchizedeque é constituídas pelas várias lentes da identidade alinhadas e aproximadas umas das outras, de forma que os eus que se desdobram do eterno para dentro da criação são reendereçados de novo para a fusão possível das imagens porque nós somos imagens, e o outro está lá mantendo o feixe de força/vida alinhada com os eixos das lentes que são as identidades projectando-se aqui em baixo.
Não é com mantras nem com enviar luz à distância, nem com métodos dos anos 80 que nós vamos fazer a coisa, a situação tem uma voltagem e uma arquitectura que está noutro nível. À medida que tu és integrado à rede Melchizedeque as imagens, as identidades, vão-se compactando e dá-se uma tendência para a transfiguração – isto é um termo muito forte que corresponde à 3ª iniciação.
A transfiguração é quando a imagem retida nos sentimentos de Deus se plasma à superfície da consciência. Para isso os corpos têm de estar num ponto de aquiescência muito específico de forma a poder receber a verdadeira imagem do teu ser, uma imagem que pode, inclusivamente, assustar-te, porque isto da luz, não é confortável.
A imagem Melchizedeque para o teu ser é de uma beleza fulminante. Esta imagem, no sentido esotérico, não é  como no sentido gráfico ou estético. A imagem no sentido esotérico é um vórtex de alinhamento das órbitas dos electrões instantâneo, é a plasmagem da vontade do Pai directamente nos corpos. Estamos a falar de vórtices de consciência superior que se projectam para dentro da tua consciência e realinham todas as partículas do teu ser porque essas imagens vêm de regiões não cármicas do Universo. Níveis de profundidade cósmicos que não têm a ver com carma nem com darma.
Eles estão pedindo plasticidade, cristalinidade, essa imagem, se pudesses ter acesso a ela, de uma forma imediata, assusta. A vossa divindade residente oculta além das lentes, assusta porque ela contém um reformulador da mente, do inconsciente e da emoção que não é deste mundo. Santa Teresa d’Ávila chamava a isto “temor”. Quando Cristo aparecia na cela dela, ela corria para debaixo da cama e aquilo já era a preparação para entrar em contacto com a imagem e semelhança.
Eu sei o que são as minhas emoções quando a projecção da força do Pai sobre o nosso corpo astral não está a acontecer, então eu tenho a paleta das emoções humanas conhecidas que vão desde o negro ao azul porque no violeta já tens que ter o toque do Pai.
Quando se fala de translado entre a matriz de controle sugando a tua força vital a partir do plexo solar e a nova matriz – esse campo Melchizedeque de revelação da verdadeira imagem – tudo o que tu sabes acerca de ti próprio é inútil. É preciso que este ser compreenda que uma boa parte da sua bagagem não vai sobreviver ao translado. A matriz de controle tem que te manter constantemente com a sensação de que tu não és um ser completo porque se tu começas a desconfiar que existe um vórtex que começa a alinhar e a estruturar o teu ser até à divinização, a matriz de controle começa rapidamente a perder poder sobre ti.
O choque entre as duas matrizes é que a matriz de controle está tentando aprisionar a identidade das pessoas à superfície da consciência. No plano em que as coisas são reais, elas são reais porque esse plano vai ser desligado. O nosso sexo: eu sou do sexo masculino, será que sou mesmo? O que é isso ser do sexo masculino? Claro que há uma psicologia  do masculino e uma psicologia do feminino e há uma tendência a que as forças que estão contidas na psique especificamente masculina venham mais à superfície se eu tenho um veículo masculino e há uma tendência para que as qualidades e as forças que estão no meu conteúdo psicológico feminino venham à superfície quando estou num veículo feminino e o que é que isto significa realmente? Significa que em certas circunstâncias, certas qualidades e vibrações exprimem-se de uma forma receptiva, qualitativa, fecundadora, ou exprimem-se de uma forma incisiva, penetrante, activa, determinante, mas a tua alma, nos seus níveis profundos, está cansada dessa coisa de corpos femininos e masculinos porque as nossas almas vêem a diferenciação sexual como carma cósmico.
O que a matriz de controlo procura é fixar as pessoas nestas identidades hiper periféricas em que eu fico português, masculino, erudito, ignorante, isto é tudo verdadeiro na casca e é melhor não a ignorarmos senão alienamo-nos, mas eu preciso ter em mim luz num grau que me permita tornar a casca transparente e reconhecer o meu irmão como uma alma.
A matriz de controle actuando através do plexo solar procura fortalecer toas as identidades periféricas: a identidade sexual, a nacionalidade, a minha formação académica (que pode ser uma prisão gigantesca) as heranças peagetianas da educação infantil, isto é o que a matriz de controle faz. Obviamente que há um nível saudável nisto, o nível que eu preciso estar consciente da minha identidade periférica.
Consciente significa eu poder ir à minha identidade periférica mas não ficar prisioneiro dela. Tu sabes que estás sob a matriz de controlo, que é mantida activa por magos negros à escala planetária, porque tu vens até uma identidade periférica e ficas prisioneiro dela. Qual é o problema de ser português, ou de ser formado em filologia ou de não ser formado, ou de vender castanhas? Não há problema desde que eu não me identifique muito com isso. Essas coisas não são nada!
Eu posso atravessar esses anéis de identidade como quem passeia num jardim. Tu estás-te preparando para receber a verdadeira imagem e semelhança quando entras e sais do jardim de uma forma fluída. Tu fluis com as coisas sem as reteres. Isto é budismo elementar, não ficar retido pelos anéis exteriores do mandala.
Nós temos 8 anos para viver o processo de translado da planta do vaso da matriz de controle do qual vocês comem pastéis de nata sem sequer saberem porquê. Existe um refrigerante com uma campanha de markting  à escala internacional, que contém um determinado E que ao fim de X litros desse refrigerante, fica depositado um químico no teu sangue que permite tu seres detectado de helicóptero. Isto é a matriz de controle, está em toda a parte: nos B.I., nos cartões de crédito, no automatismo de acender a televisão sem dar por isso. Observa a coeficiente de automatismos que condiciona o teu quotidiano e tens em todo o seu esplendor, o grau em que essa matriz está actuando sobre ti. Nós estamos aprendendo a transitar dum campo colectivo de consciência para um outro campo colectivo de consciência.
A rede Melchizedeque é uma frequência na qual a chave oculta do físico é transmitida à pineal, a chave oculta do emocional é transmitida à essência do emocional e a chave oculta do mental é transmitida à essência do mental e os veículos, uma vez alinhados entre si, tornam-se transparentes e portanto, a verdadeira imagem e semelhança pode atravessar.
Transitar entre duas matrizes de consciência implica que vamos estar a fazer parte dessa humanidade ponte, que pode entrar na matriz Melchizedeque e movimentar-se livremente. Como a matriz de controle está sendo drenada de poder, vocês vão ter cada vez mais seres à vossa volta que não têm onde apoiar os seus antigos comportamentos.
À moeda, o desvio que o dinheiro produz no alinhamento da consciência, faz parte da matriz de controle. Quando Eles começarem a desligar os alicerces do Banco Mundial, a moeda vai revelar toda a sua realidade virtual (mais uma imagem a esfumar-se à tua frente). Se a minha leitura da realidade, o meu equilíbrio, passa por aquilo, eu deixo de ter suporte. Então o que vamos assistir é a milhares e milhares de pessoas em busca da matriz estável.
Quando se fala numa humanidade ponte, são estes seres que têm a capacidade de ajudar os seus irmãos – tal como num salva vidas – a transitar, num mínimo de tempo possível, do controle para a libertação.
Isto tem um umbral e um morador no umbral, ou seja, assim como vocês vão estar recebendo a verdadeira imagem e semelhança por dentro, ao mesmo tempo a velha matriz vai activar, fortemente, os seus últimos recursos. Chama-se a isso o “guardião do umbral colectivo”, ele é o canto do cisne de todas as forças que mantêm a actual civilização. É uma tentativa de manter a consciência validando as ideias de: “a união com o divino não é suficiente para a minha sobrevivência”; “o serviço não cura o meu ser”. A matriz Melchizedeque diz: “se tu deres 10 em nome do divino recebes 100” Isto é uma lei espiritual muito antiga. A matriz de controle diz: “se deres 10 perdes 10”. Vocês vão ter exageros que vão testar a fé até ao último momento.
O último ponto de desligamento dessa matriz é a fé, uma fé directa no facto de que, ou a realidade é sustentada pelo espírito ou a realidade depende da consciência aprisionada na matéria. É neste ponto que se dá a transição final.
Neste momento estão a atravessar o nosso córtex todas as frequências de rádio, da polícia, das comunicações, da televisão, da rádio pública, além da grande mancha emissora que é a grande cidade como um todo. Estamos a ser atravessados por quantidades gigantescas de informação. Isto tudo junto cria um campo que favorece uma estabilização mental e neurológica.
Como estamos a entrar numa etapa de purificação, precisamos perceber o que é isto de desligar o físico, o emocional e o mental de uma cultura, como é que nos tornamos seres transculturais sem nenhum perigo, porque a cultura é um veículo estável, se eu saio pelas portas de trás, vou parar a estágios pré culturais, assim, eu preciso sair da minha cultura pela porta da frente. Só os que saiem da cultura é que produzem cultura não os que estão dentro da cultura. Toda a cultura é feita por pioneiros.
Percival Lowell descobriu Plutão porque passava as noites agarrado a um telescópio, portanto ele estava para além do comportamento normal.
Nós estamos sendo chamados para um acto desconhecido. Se nós ainda temos algo a resolver no nosso passado, vai, e perdoa, porque nós estamos a entrar numa curva de crescimento planetário que não dá para ter suspensórios cármicos com ninguém. Vai lá, perdoa, sê humilde, se foste vítima percebe que só uma vítima é que produz uma vítima. Têm que decidir com que enquadramento é que querem lidar com as energias. Se decidirem que querem lidar com um enquadramento mais abrangente, significa que tem direito a leis mais abrangentes, nós é que definimos. Este planeta está desconectado dos seus nutridores galácticos há milénios, como é que queres que a tua mãe não te tenha dado cabo da cabeça quando eras criança? Isto é um enquadramento abrangente. Não há realidade para exigir harmonia. O planeta é um náufrago, uma jangada de pedra à deriva.
Quando eu assumo o meu serviço o divino assume o meu equilíbrio – receber por acréscimo. Enquanto eu quero ser correspondido o mais provável é eu ser um burro atrás de uma cenoura pendurada à frente do meu nariz. Quando eu assumo que vim para transformar a Terra, o Universo começa a ter que resolver o meu problema. Eu preciso fazer o meu papel aqui, para que o Universo faça o papel dele lá.
Os que estão a viver o translado vão ter a sua vida virada do avesso e, ao contrário dos que estão a dormir, vão mesmo querer a sua vida virada do avesso. É necessário encontrar dentro de nós coragem cósmica, é outro tipo de coragem, de paixão, e tu só a vais encontrar quando fizeres um acto totalmente positivo, totalmente fora do normal.
Abre as tuas asas e revela-te a ti próprio, 90% do nosso tempo é usado em actos normais que estimulam zonas do ser normais, que contribuem para a matriz de controle. Então, sair da matriz de controle é começar a fazer actos, a ter pensamentos, extra-ordinários, para além do normal, senão todos vamos ser engolidos no próximo nível da matriz de controle.
Há aí uma geração que tem agora 18 anos, que já está toda ela nesse 2º nível da matriz de controle, em que o controle já é mesmo bioquímico, psicotrónico, através da música, das drogas, e de um certo tipo de fricção em que eles entram mesmo no nível psicossomático.
Há um ponto no teu ser em que o Universo inteiro presta reverência, é o ponto em que o homem se torna um construtor do infinito, aquele que assenta os tijolos de fogo, aquele que constrói o templo. Onde está a força, a lucidez, a superação dos limites, onde está aquele sonho que já não tens mais coragem de enfrentar porque era demasiado belo e a realidade externa se encarregou de garantir que era impossível de ser manifesto?
A fúria construtiva, esta paixão de mais além, vem quando eu não aceito as regras do jogo tridimensional, do jogo do medo e do comodismo, quando eu misturo a criança, o sábio, o revolucionário, o científico e o santo, tudo dentro de mim. O que tu precisas é de voltar a sonhar com um planeta purificado. A nova Terra é um facto na 4ª dimensão mas aqui ela alimenta-se do teu sonho, de invocar, de amar esse novo planeta. Ele vai descer mas tu vais ter de ser retirado do caminho. Responsabiliza-te pelo teu sonho, leva-o mais fundo, mais longe, não oiças as vozes, são vozes do passado que nada sabem do futuro.
Renova o teu idealismo. Um ideal é uma inspiração que fecunda o nosso corpo causal e purifica a mente. Não é possível purificar a mente sem o ideal, porque senão existe uma versão do que deve ser o nosso planeta expressa de uma forma inequívoca dentro de ti, ela não se purifica porque ela não tem voltagem para impedir a entrada dos agentes dissolutivos que vêm de fora, não nesta etapa dos acontecimentos.
É necessário que eu diga coisas inaceitáveis que vêm do fundo, nem nós sabemos os limites da alma humana. Quando dizes uma coisa inaceitável a um irmão, ele fica entre dois pólos: ou sobe para o plano da alma e une-se ao que estás a dizer ou é estatelado na evidência da morte do seu próprio sonho.
Chegou a altura destes seres assumirem mais estatura e fazerem-se ao mar. Dar e não olhar para trás. Neste momento há grupos humanos que não comem nada, respiram bem, sabem lidar com o sol doutra maneira, não se aproximam de certas egrégoras, despertaram os mecanismos de fotosíntese
no corpo, expandiram a pineal, contraíram o estômago, claro que há uma fisiologia oculta, claro que o nosso ponto não é este, o nosso ponto é o divino, se ele achar que é para deixar de comer, deixa-se de comer, desde que ele trate do assunto. Esses irmãos estão a provar para o mundo inteiro que até a alimentação é um mito.
Quando dizemos que Eles estão desligando a matriz de controle, já está no ponto em que há seres que desenvolveram mecanismos ocultos em que não precisam de comer.
Chegámos ao momento em que os mitos da mortalidade, o mito da carência, da dependência, o encarceramento dimensional em que a nossa humanidade tem estado, o tempo disto terminou.
Quando se diz: “faz-te ao mar”, é porque é preciso coragem cósmica para sair da prisão. Tu és muito mais livre do que possas imaginar. 80% do que tu comes não é importante, 80% da informação é redundante. A nossa energia é consumida em automatismos. O medo corrói o nosso potencial diário.
À medida que as pessoas começam a ser levadas para a nova matriz, há vários canais que vão ser activados em nós: um deles são os sonhos.
À medida que vais entrando em contacto com o canal planetário da nova Terra, o canal dos conhos vai ser profundamente estimulado. Vocês vão ter sonhos que estão directamente associados ao que vai ficando para trás e o crescimento da consciência para fora do medo e para dentro do amor.
Essa instrução que a mónada faz através da alma usando os sonhos e uma certa oniromância que vai começar a reemergir cada vez mais, a capacidade de perceber o que um sonho nos quer dizer. quando a dramatização de um sonho tenta descer ao córtex tem de enfrentar um campo electromagnético específico que é a actividade electromagnética do cérebro. Na antiga matriz de controlo a tendência é para a pessoa não se lembrarem dos sonhos e também porque, do ponto de vista da constituição oculta do homem, há uma grande diferença entre a consciência de vigília e a consciência lúcida acima do cérebro. Há de facto um cinturão electromagnético que é difícil para o material onírico atravessar.
À medida que começas a sair da matriz de controle e a entrar na matriz crística – isto não é nada de físico que possas fazer, tu simplesmente começas a perceber que estás a entrar em leis diferentes e a ter metabolismos diferentes – e que a tua consciência se altera rapidamente, um dos sintomas é: não querer ser correspondido, é não querer fazer militancia espiritual e ser aceite, é não querer convencer toda a gente de que isto é real, é não querer fazer a cabeça dos outros. A outra frequência é que tu estás nessa paz, nessa coesão vibratória e as coisas desdobram-se à tua frente.
Os sonhos começam a multiplicar-se porque eles fazem parte,  não só da instrução do consciente, mas, principalmente, da instrução do inconsciente, que é onde o medo está enraizado.
Então, nós tínhamos sonhos psicanalizáveis que vinham do subconsciente, emergindo ao consciente, de regiões inferiores do ser e vamos começar a ter sonhos psicosintéticos  que vêm do eu superior, não para a instrução do consciente mas para a instrução do inconsciente, são sonhos descendentes cuja origem é nas regiões superiores do próprio ser.

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